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The Sanctuary of Fátima published this one-volume selection of documents from 1917 to 1930 in 2013. It draws on the fifteen-tome Documentação Crítica de Fátima, which appeared between 1992 and 2013. The selection contains 138 numbered documents. They include the parish priest's and Manuel Nunes Formigão's interrogations of Lúcia, Francisco and Jacinta, witness accounts of the October 1917 solar phenomenon, press coverage and records of the canonical commission. It ends with the bishop of Leiria's 1930 pastoral letter declaring the apparitions worthy of belief.
530 DCF - Seleção de documentos (1917-1930) å æçè éêèëè ìíêîï ðñòíñóæðôîõöï÷ ï ôíøïêèñèçïñîï òíñóæðôîèùíêèú na ingente ofensiva do Sobrenatural contra este mundo imerso, na matéria, na descrença, na imoralidade. Ide-lo ver!” “Fátima é um pequenino lugarejo na diocese de Leiria, perdido num dos contrafortes da serra de Aire, a 100 quilómetros de Lisboa, quase no centro de Portugal. ... ... ... ... ... A região é uma das mais celebradas nas histórias da península ibérica. Ali se travaram no século XII alguns dos mais gloriosos feitos de armas que consagraram Portugal cavaleiro de Cristo na guerra contra o crescente. Ali se resolveu, no século XIV, uma das maiores crises da história portuguesa: foi naquele planalto que em duelo de heróis se decidiu se Portugal continuaria nação independente, ou seria apenas uma minúscula província do império das Hispânias. Foi das rochas daquela serra que o montante do Santo Condestável, – o herói nacional Português, – talhou o pedestal em que o pequenino Portugal se havia de erguer para estreitar meio mundo num abraço salvador, com os braços da civilização e da Fé! Grandiosos monumentos de Arte E esses feitos ainda hoje o turista os pode ver eternizados em grandiosos monumentos. Passo em revista alguns, com o auxílio da lanterna mágica: apenas uma amostra para espicaçar a vossa curiosidade”. E passam então ante os nossos olhos, em nítidas projeções luminosas, algumas das preciosidades mais finas do nosso opulentíssimo património artístico. Nota-se na assistência uma impressão profunda de admiração e... de espanto. É tão pouco conhecida a riqueza artística de Portugal, que muita gente cá por fora aprecia com a mesma gentileza daquele napoletano que dizia um dia ao P.e Castro: “Oh! Portugal?... Conheço muito bem!... Uma cidadezinha ao pé de Madrid em que há muitas revoluções....”. O sr. P.e Fonseca tudo vai explicando, com todo o amor do seu grande coração de português. Mais uma vez, às glórias da Igreja, andavam associadas as glórias de Portugal! O ilustre orador tem uma referência especial para o grande mosteiro da Batalha.
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