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Autos Findos 908, vol. 2 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 157 pages · text by GLM-OCR

This second volume of a Brazilian military court case file, archived by the Superior Tribunal Militar in 1997, holds the Army's Military Police Inquiry into the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes. The file reproduces pages of the book, including the claimed 1962 abduction of soldier Geraldo Bichara at the sergeants' school in Três Corações. The military prosecutor called the claims of a 1996 creature capture untrue but found no crime, and the judge ordered the case archived in July 1997.

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No Pls Nr 206 a 215.

Em 10/03/97.

Encarregado do 1PM

Evelal

FI Nr 206

Facrivo

Procuramos o senhor "Francisco" e dona "Geralda" informando os da ocorrência. No dia seguinte eles consultaram o processo encontrando nele sérias contriçãoes, a ponto de discordarem de várias partes. A principal é a de que o laudo de necropsia atê hoje não foi anexado ao processo. Afinal, por que razão? Em um dos laudos laboratoriais, sim, consta "pequena quantidade tóxica" no organismo do militar. Guanto a isto lembramo-nos de que também cinco saudáveis animais do Zoológico tiveram morte súbita, com a autópsia realizada pelo médico-veterinário Marcos Mirna revelando que em um dos animais havia "substância tóxica descoñcida" e, nos outros quatro. "nenhuma definição". Estranho! Muito estranho! Mas continuaremos atentos, acompanhando o desenrolar dos acontecimentos. Um dia, mais para dentro do tempo, certamente a verdade nos mostrará o quadro real... ainda sob esta evidência surrealista...

Necessitado de retornar alguns dias depois a Varginha, Ubirajara contou-me que a familia do militar falecido entrada na Justiça com um processo indentatório contra os responsáveis. Mas que ninguém dentro do Forum dava noticias a ele sobre este processo. Ao procurá-lo, fuli com ele e o encontramos estranhamente ainda na Delegacia de Policia. Meu parceiro, sendo advogado, pediu vistas. Após estudá-lo entendemos que o mesmo estava fadado ao arquivo considerando as irregularidades nele existentes.

Terminadas as filmagens, a equipe nos parabenizou pelo trabalho reali-zado e partiu. Também voltei para Belo Horizonte, O que pude fazer nas investigações o fiz com dedicação e zelo. Mas as minhas responsabilidades profissionais relegadas a segundo plano começavam a prejudicar-me. Estava quase que começando tudo outra vez.

Interessante foi, ao screm feitas as tomadas de cena do Hospital Regional, encontrarmos um médico – cujo nome Claudeir e eu eu vamos preservar -, a dizer nos que realimso houve a passagem da criatura por la, mas a direção do hospital mantinha silencio, porque o momento não era adequado para mencionar o assunto, podendo o mesmo ser divulgado somente quando do interesse deles e para o futuro.

Avisei o Claudeir Covo e o Marco Antonio Petit, que em minha companhia e de Ubirajara refizemos com eles o sempre roteiro das visitações e entrevistas.

Negar foi o verbo mais fácil na conjugação das coberturas e dos desmen-

tidos. Mas em uma oração o sujeito é mencionado – mesmo que oculto – para a

melhor intepretação da redação final... e, neste caso, uma inverdade!

Em funcção dos contatos que travel com os estrangelhos no congresso de Curtíba, o físico nuclear Stanton Friedman - pessoa muito solicitada pela midia americana e caradense -, comentou em um programa de uma rede de televisão americana o incidente em Varginha, dando enfase a tudo o que eu dissera a ele naquela reunião feita no hotel, domingo pela manhã. A produтора deste programa exibe-os no canal a cabo, FOX. Entraram em contato corrigido por telefone por seis

vezes em Belo Horizonte, quando eu já havia retornado às minhas atividades profissionais. A cada contato pude explicar pausadamente, em ingles, todo o ocorrido em Varginha. Como havia o aval de ufologos mundialmente conhecidos, se deslocaram rumo a Varginha e nos encontram lá, quando gravaram um especial para ir ao ar no mês de novembro ainda deste ano, na América do Norte.

Nos dias seguinte fiquei matutando umas perguntas cujas respostas não se dizer ainda hoje. Será que o militar, de fato, participou da captura e sua causa mortis brutal e inexplicada fora por contaminação com a criatura? Teria sido este o motivo por que apressaram o sepultamento? Ao negarem a passagem da criatura nos dois hospitais, principalmente no Humanitas, seria somente por motivos de segurança ou preocupação com a comunidade, não frequentando mais aquelas dependências? Ou seria por medo de tal fato vindo ao conhecimento público, trazer prejuizo de ordem financeira catastrófico?

Não passava das 09h00 quando la chegamos. Dona "Geralda" nos recebeu, chamando o senhor "Francisco". Outros filhos se achegaram a sala, inclusive a viúva. Escutou as particularidades pertinentes ao assunto c expós a eles ser cabível, sim, uma ação indentizatória contra os responsáveis, explicando como a familia deveria agir. No entanto tal fato requeria uma delicada investigação preliçando como a minar, pois o finado, sendo militar e em cuja missão de trabalho poderia ter tornado contato com algo que veio a vitimã-lo mais tarde, a familia teria de ter certeza absoluta quanto ao seu envolvimento na captura de uma criatura por demais sabida de sua existência mas sempre negada tanto pelo Corpo de Bombeiros, pela Policia Militar, o Exército, como pelos hospitais envolvidos no acontecimiento.

Fui a faculdade e expus ao parceiro o teor da nossa conversa. Achei por bem que ele, como advogado, fosse comigo no dia seguinte para conversar com os familiares.

Ficaram boquiabertos. Intrigados. Suspensos no ar dos seus sobressaltos.

Ali, naquele momento entre eles, eu nada mais poderia fazer. Conversamos um

pouco e despedi-me com a promessa de voltar a vê-los.

nigo do fato de um outro militar que, na noite da captura, ter tido contato muito

próximo com a criatura, vindo a falecer dias depois porque fora contaminado com

algum microorganismo.

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