Documents / Document

FAB CENDOC Envelope 09 (1978)

FAB CENDOC via The Black Vault · 86 pages · text by GLM-OCR

This FAB CENDOC file, released through The Black Vault, holds material from 1978. Part of it is an issue of International UFO Reporter, edited by J. Allen Hynek, with a long report on the October 21, 1978 disappearance of pilot Fred Valentich over Bass Strait. That report includes his radio transcript, the search, and the competing explanations. The file also has a Brazilian newspaper clipping and a Fourth Regional Air Command investigation of a July 1978 landing report by eleven-year-old Dalton Legnaioli in Penha, São Paulo.

Read from the scan by GLM-OCR; expect the odd misread word.

F1g.10

F1g.11

## 5.2.2.0 ESPECTRO

A luz branca é na verdade uma mistura de cores, que l se adiclonam. Não é a ausência de cores, como multos pensam Quando ha ausência de cores a superfícle e preta. Como expli l caremos adlante, o preto significa a absorção total de cores. O branco é a reflexão total dessas mesmas cores.

Ao passarmos um felxe de luz através de um prisma e le divldir-se-á em uma falxa ilstrada de cores. Nessa falxa, as cores e tonalldades ordenar-se-ão segundo seus comprimen tos de onda. As tonalldades do vermelho são as de maior comprimento de onda. Abalxo do vermelho, seguem-se, em codem decrescente de comprimento de onda, o laranja, o amarelo, ver de, azul, anil e violeta. O conjunto de cores cltado, do vermelho ao violeta, corresponde ao espectro visível. Em cada extre mo do espectro começa uma nova região, ja dentro da falxa do Invisível. Alem do violeta temos a região do ultra-violeta e aquém do vermelho temos a região do Infravermelho.

Se o leltor conhece Alice no País das Maravilhas, talvez ainda não tenha esquecido a enigmatica pergunta final da heroi na:-Por que o uruby e da cor do quadro negro?". Apesar do surreallismo da estoria, a frase e cabível. E por falar nisso, porque o tomate é vermelho? Por que a grama é verde? Todas essas perguntas referem-se a um fenômeno otico que e a ab-sorcao seletiva de cores. $ \textcircled{4} $

Se um objeto e branco, isto acontece apenas porque ele e talvez invisível, também. Por outro lado, se um objeto se mostra colorido, e porque ele absorve todo o espectro e refle te outra. A parte refletida e exatamente a cor que vemos. Em palavras mais simples podemos dizer o seguinte: se um tomate e vermelho e porque ele "gosta" de todas as cores exceto do I vermelho, que nos vemos como sendo a cor do tomate. É parado xal mas e pura verdade.

A essa capacidade, dos objetos selecionarem as cores que absorvem ou refletem, denominamos absorção seleltiva de cores. É ela a causa da aparência das cores dos objetos que nos rodelam.

Existem dols melos de se alterar a transmissão de cores. Num deles, iluminamos um anteparo branco com lanternas que emitem cores segundo um sistema primário. Superpondo o foco de duas ou mais lanternas, obtemos novas cores que são as somas das cores primitivas.

Quando formamos cores segundo este processo, estamos diante de um processo aditivo de formação de cores.

O outro melo de se alterar a transmissão de cores o o!

Cases discussed

About this file

Document, cited by the archive. The PDF is mirrored here; the original link is above. The text was read from the page images by GLM-OCR; expect the odd misread word. 86 pages are in the text index: search them above, or from the library's search.