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This FAB CENDOC file, released through The Black Vault, holds material from 1978. Part of it is an issue of International UFO Reporter, edited by J. Allen Hynek, with a long report on the October 21, 1978 disappearance of pilot Fred Valentich over Bass Strait. That report includes his radio transcript, the search, and the competing explanations. The file also has a Brazilian newspaper clipping and a Fourth Regional Air Command investigation of a July 1978 landing report by eleven-year-old Dalton Legnaioli in Penha, São Paulo.
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Para um filme de 200 ASA parte-se de f:5.6. 6 a 5 segundos ou f:8 8 a 10 segundos. Para um filme de 50 ASA, pode-se tentar f:5.6./20 segundos. Note-se que quando a sensibillidade do filme aumenta o tempo de exposição diminui. Para a contagem de tempo, devemos fazê-la preferen clalmente de forma mental, tentando uma maneira a mais aproximada possível. Não e aconselhavel iluminar o relogio. Tudo se complica. Como consideração final, resta-nos abordar fotos em condições de luz intermediárias entre fotos instantaneas e I com tempo. Como exemplo, podemos citar uma sala illuminada por lampada de 60 watts ou com luz natural muito fraca(Inte rlor de uma gruta ou crepúsculo). Em tias casos é Impossivel pre- estabelecer critérios de exposição. O melhor é apelar para um bom fotômetro ou efetuar experiências. Para o caso de filmes diapositivos coloridos, lembrar-se-á que não se pode esquecer que para fotos sob lampadas azuladas, de mercurio ou fluorescentes, o filme "daylight" é o indicado. Para sob luz amarela (luz comum e photoflood, fogo de madelra) usa-se o filme do tlpo tungstênio. Pode-se usar o filme "daylight" apenas com filtros conversores ou quando, intencionalmente quer-se um tom amarelado como dominância na fotografia. Nota:Em experiências recentemente feltas, conlculmos que com um filme colorido de 400 ASA pode-se tomar fotos de objetos iluminados contra o céu nas seguín tes formas: 1/15 f:2.8 - Para algo de luz comparavel a um avião comercial a media altitude, com os farols de decolagem acesos. 1/30 f:2.8 - Para algo de brilho semelhante a uma lua cheia ou mais. 5. 0.0. FOTOGRAFIA:ASPECTOS TEORICOS. 5. 1.0. FOTOGRAFIA EM PRETO E BRANCO. 5. 1.1. INTRODUÇÃO Quem tem objetos de prate em casa sabe perfeltamen- te que eles tendem a oxldar-se. A prata forma dois oxldos: o oxldo de prata I (Ag$_2$O) que e preto ou acastanhado; o oxl- do de prata II (AgO) que e cinzento claro ou escuro. Na natureza, o oxldo mals frequente e o primelro, de menor esta- do de oxldação. Se as condições de nossa atmosfera fossem I mals oxldantes, o oxldo de prata II formar-se-la com mals fac- cllidade. Entretanto, nossa atmosfera possui muitos elementos redutores que retaedam ou mesmo invertem os processos! de oxldação. Entre eles podemos clitar o nitrogenio, o monóxldo de carbono, o hidrogênio, etc. A eles juntam-se elementos e resíduos poluentes tals como as particulas de carbono, poel- ras de minerals e vegetais, além de diversos gases. Na sua - malorla são redutores e retardam ou anulam qualquer ataque químico de natureza oxldante. Os compostos de prata monovalentes tem dem a transform mar-se em compostos bivalentes, se o amblente for oxldante; se o amblente for redutor os compostos de prata bivalente ten dem a transform mar-se em compostos monovalentes. As reações são extremamente dependentes da ação da luz. Se expusermos dois objetos de prata ao ar, um em ambiente illuminado e outro em ambiente escuro, veremos que o primeiro escurece multo mais rapidamente que o segundo. Tal propriedade, entretanto, não e exclusiva dos oxidos
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