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This FAB CENDOC file, released through The Black Vault, holds material from 1978. Part of it is an issue of International UFO Reporter, edited by J. Allen Hynek, with a long report on the October 21, 1978 disappearance of pilot Fred Valentich over Bass Strait. That report includes his radio transcript, the search, and the competing explanations. The file also has a Brazilian newspaper clipping and a Fourth Regional Air Command investigation of a July 1978 landing report by eleven-year-old Dalton Legnaioli in Penha, São Paulo.
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após a velocidade 1/1 ou seja, um segundo. É o dispositivo de pose, que permite que delixemos o diafragma aberto pelo tempo que quisermos. A não ser numa emergência, esse dispositivo so deve ser usado com a maquina apolada ou instalada num tripe e dotada de um percussor(chi cote). ## 3.2.3. TELEMETRO lambem conhecido como focallizador, regula a nítilde da magum, conforme a distância do objeto a ser fotografado. Geralmente permite a focallização minuclosa desde 80 centímetros até 6 a 12 metros. O que está além dessas distâncias e considerado "no infirito". Mas mesmo a tais distâncias, tem-se boa resolução de foco, principalmente se for utilizada a técnica "descrita no item 4.2.3. Para distâncias muito proximas, algumas camaras permitem aproximações de até 45cm. Para dis tâncias monoros, precisamos de lentes auxiliares (macro ou de aproximação). ## 3.2.4. FOTÔMETRO Aparelho que mede a luz do melo amblente para que se possa decidir qual a combinação abertura/velocidade mals adequa da. As boas camaras ja os tem incorporados. São porém encon-trados como dispositivos avulsos. ## 3. 2. 5. DISPARADOR AUTOMÁTICO Mecanismo de relojoaria que, uma vez deflagrado, dispara automaticemente o disparador após alguns segundos. Isto permite que se tire fotografias de si próprio. Para tal, regula-se a camara (num tripe), aciona-se o disparador e corre-se para al posicao focallizada antes que a máquina dispare. Geralmente, é uma pequena alavanca, colocada sob o cano da objetiva. ## 3.2.6. CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE DISPOSITIVOS E MECANISMOS DE UMA CÂMARA. Uma boa camara fotografica deve ter, no mínimo, um teleng tro e um fotómetro. Mas pode-se considerar razoável uma câm ra que tenha fotómetro mas não o telémetro e vice-versa. A falta do telémetro obriga-nos a câculos de distância, a do fotómetro a calculos de luminosidade. Uma e outra dessas deficiências podem ser sanadas pela aquisição de um fotómetro ou telémetro avulsos. Isto vale para quem tem câmaras antigas. ## 3. 3. 0. ACESSÓRIOS ## 3. 3. 1. FLASH Luz artificial de grande intensidade para fotos de interiores, a noite ou contra a luz. Ha dois tlpos: o de lâmpadas incandescentes de filamento de magnésio e o eletrônico. Em nível profissional o flash eletrônico superou completamente o de lâmpadas de magnésio. Estas, atualmente, so são usadas em camaras simples. Um novo tlpo de flash foi lançado recentemente: trata-se do flash Infravermelho. Não emite luz usível, mas pulsos de luz Infravermelha: Permite discretas fotografias na escuril dao, desqu que a camara esteja dotada de filme sensível ao Infravermelho. A marca mals conhecida é a Sunpack, modelo Nocito. A falta de literatura disponível para esse tlpo de fotografia faz com que recomendemos ao leltor uma pesquisa neste campo: fotos com flash Infravermelho. ## 3. 3. 2. LAMPADAS PHOTOFLOOD. Sao grandes lampadas Incandescentes de formato cônico. Permitem a iluminação de ambientes por vários segundos. Para fotos a cores, filme de slides(diapositivos) precisamos de fil= me tlpo B(tungstênio) quando usamos lampadas photoflood.
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