Documents / Document
The Sanctuary of Fátima published this one-volume selection of documents from 1917 to 1930 in 2013. It draws on the fifteen-tome Documentação Crítica de Fátima, which appeared between 1992 and 2013. The selection contains 138 numbered documents. They include the parish priest's and Manuel Nunes Formigão's interrogations of Lúcia, Francisco and Jacinta, witness accounts of the October 1917 solar phenomenon, press coverage and records of the canonical commission. It ends with the bishop of Leiria's 1930 pastoral letter declaring the apparitions worthy of belief.
“Mons”11 pages
273 ¡¢ £¤¥¦¤§¨© ¤ §¤¥§ª«¬¤¢ ¤¥¦¤¡®¢¤¯§¤ ¥¤ ¯¤®¤¥ °¨¬±¤ ¨¬ °² «¬¡®«¬¤£ exploração, superstição, doutrinas ou coisas deprimentes para a nossa Santa Religião. Qualquer dos membros da comissão fica autorizado a receber os nomes dos que devem ou querem depôr e as informações e esclarecimentos úteis de todas as pessoas que estejam em condições de os poderem fornecer. VIII PREPARAÇÃO PARA AS CURAS “Na presença deste brilhante conjunto de milagres, acumulados, por assim dizer, uns sobre os outros, e cuja evidência se impõe à boa fé mais vulgar, alegremo-nos por sermos filhos da Santa Igreja Católica, que Deus não cessa de visitar, e à qual continua a dar o testemunho divino por excelência, o testemunho do milagre. Nos primeiros tempos, o milagre, era a grande prova da verdade da fé, e, posto que atualmente não seja tão necessário, não é menos útil à nossa inteligência; e a experiência demonstra o poder com que ele reanima e consola a nossa fé. Observemos no entanto que, por mais numerosos e incessantes que sejam os milagres de Lourdes, não se deve esquecer que aí, como em todos os santuários de Nossa Senhora, o milagre não é e não pode ser senão a exceção. Quem diz milagre, diz intervenção extraordinária da Omnipotência divina nas coisas humanas. Seria pois ridículo imaginar que basta beber uns golos de água da gruta de Lourdes, ou fazer uma novena, ou mesmo ir em romaria à gruta milagrosa, para ser infalivelmente livre duma enfermidade. A confiança na Imaculada Conceição nunca poderá ser assaz grande, assaz completa; mas é preciso que essa confiança seja sempre dominada por um profundo amor da vontade de Deus e pela submissão mais absoluta às vias ocultas pelas quais nos dirige a Divina Providência. Sempre, – atentai bem nisto! – sempre a Mãe de Misericórdia ouve e defere as nossas súplicas, mas Ela defere a seu modo, não ao nosso; atende-as divinamente, concedendo-nos o que é melhor, mais útil à nossa santificação. O sofrimento é muitas vezes a graça das graças e o mais real de todos os bens. Se a Virgem Santíssima nem sempre julga conveniente curar os males do nosso corpo, – não duvideis! – Ela nos obtém e nos confere as graças da resignação, da fé viva, mais úteis mil vezes do que todas as curas. Doc. 73 1923-03-a.18
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