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Autos Findos 908, vol. 2 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 157 pages · text by GLM-OCR

This second volume of a Brazilian military court case file, archived by the Superior Tribunal Militar in 1997, holds the Army's Military Police Inquiry into the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes. The file reproduces pages of the book, including the claimed 1962 abduction of soldier Geraldo Bichara at the sergeants' school in Três Corações. The military prosecutor called the claims of a 1996 creature capture untrue but found no crime, and the judge ordered the case archived in July 1997.

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FI Nr 242

Facriendo

Talvez porque as criaturus sejam de uma população em algum "canto" do Universo sendo dizimadas por causa de algum virus, bacterias ou algo terrivel desse tipo e tenham-nos enviado os doentes para, quem sabe, encontraram em algum ser vivo por aqui os anticorpos necessários à cura de suas doenças... assim como estamos indo pelo mesmo processo de pesquisas para sarar as nossas terríveis docnças.

Talvez sejam seres biológicos, clones criados em grande quantidade com o intuito de vasculharem o espaço - assim como já fizesmos, enviando insetos, cachorro e macaco a passearem pelo desconhecido.

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Talvez apenas vieram coletar plantas e água, porque de onde são ja

acabaram com tudo - assim como também, por ignorância, estamos exterminando

as nossas reservas.

Talvez por serem criaturas geneticamente alteradas, criadas por outros seres evoluidos, exatamente para cumprirem a missão de estudar nosso comportamento diante uma possivel visita – para nós sempre indesejável -, se nos triunflamos por termos também pequenos deuses irados, travestidos de cientistas que, igualis crianças mimadas, futícam o não-sabido nas experiências cuja radioatividade causa mutações que envergonham o nosso Criador.

Ora, assim, desse modo, não iremos a lugar algum. Pelo contrário, permaneceremos no sempre recomeço das nossas próprias mazelas. Cresceremos à medida da nossa pequenez se não pararmos para compreender que, se famos forjados pelo mistério da Vida terrestre, outras vidas lâ fora também o foram. Uns podem ser piores que nós, outros, melhores, se já superaram a necessidade do genocidio e cresceram.

tra-ias.

Talvez possam ser seres inteligentes que chegaram à Terra pela primeira vez e, por um incidente, não tiveram mais tempo de reformo e nem sorte no confronto com a nossa reação hostil face ao insólito, ao inexplicado.

Talvez tenha sido a primeira vez que as criaturas de Varginha vieram aqui, sem saberem onde estavam, nem qual seria a reação dos humanos ao encontrá-las.

grandes nações que, ao depararem a fome do mundo, as doenças do mundo, as guerras do mundo, preferem tapar os olhos para não se verem envolvidas em suas pequenas-grandezas, se preferem desconsiderar a própria raça humana que, se por um lado vem-se dispondo, a duras penas, a enormes transformações pacíficas tanto na Arte, na Música, na Literatura, quanto na tecnologia de ponta, além do psicossocial; por outro lado elas não passam de agrupamentos belligerantes com preocupações armamentistas, receosas de alguém vir a ser melhor que o outro. E contentam-se com este empate de faturamento sobre a agonia do povo - cujo dinheiro um dia de nada servirá.

Ternos os nossos problemas "caseiros" a resolver e nunca nos entendemos como uma familia somente. E por que será que os vizinhos do espaço nos cercam há milênios? Será para ajudar-nos ou pedir silencio pelo barulho das bombas – inclusive atómicas – que andamos soltando no "quintal da nossa casa", num festim diabólico?

As vezes nos surpreendemos com certos fenômenos de-fora e passamos a julgá-los como se fossem apenas fantasias ou alucinações de nossas mentes, enquanto-achamos graça da nossa própria tragédia humana - aplaudida pelas

Somos especuladores do Tudo e muito pouco compreendemos do Nada. Não paramos para a simples contemplação da vida nas plantas, nos rios, nos pássaros, enfim da Mae-Natureza. Estamos sempre ocupados vindo de nenhum lugar com destino a lugar nenhum. Absurdamente à cata de um mapa, de um roteiro, de uma passagem que possa nos dar um norte aos nossos rumos desvairaidos. Mas, tropeçamos no Tempo. E, caidos na Terra, tivemos que cuidar dos nossos ferimentos, porque a Terra, a nossa Terra, parece não ser a do nosso agrado. não nos servir, não nos contentar.

Sc, para mim, o infinito é dentro de Deus, então não haverá mistério algum que Ele jamais não possa explicar. A nos, no entanto, que sentido há na injurição perplexa sobre o desconhecido, se nem a nos mesmos nos percebemos como minúscula particula de um Todo?

O que teria acontecido se Kátla, Liliane e Valquiria não tivessem desviado seus passos, na procura de um atalho, e avistarem, sem propósito, a um canto de um muro, uma criatura assustada? E quem era ela? E por que ela?

O que teria acontecido se o objeto voador não tivesse caido, mas apenas sobrevoado Varginha e seguido viagem? De onde viaram, para onde estavam indo as criaturas? E que fazlam exatamente ali? Mas, caindo, foi por ataque de força aêreo-terrestre? Causa de defeio apenas? Teria ocorrido combate aêreo com outro objeto não identificado, de facção inimiga, também com interesses no nosso Planeta?

Creio ser devido a nossa tenacidade, do nosso esforço em, ao estar vivendo, compreender as próprias filigranas da Vida. E, através delas, deixar transcender a retidão dos propósitos e a honestidade para com os nossos principios ante nossos semelhantes.

e nos moldamos na inconsciência coletiva. Caminhamos porque somos iguais a todas as pessoas que também se locomovem de um ponto a outro durante a brevisima existência dentro do Tempo. Mas, o que fazer nas paragens do caminho? O que colher para, um dia, levarmos conosco, como um bem maior, um prêmio, uma prova de nossa passagem por este caminho e para um outro onde, que com certeza devemos ir - se a vida é curta demais para ser pequena?

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