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This second volume of a Brazilian military court case file, archived by the Superior Tribunal Militar in 1997, holds the Army's Military Police Inquiry into the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes. The file reproduces pages of the book, including the claimed 1962 abduction of soldier Geraldo Bichara at the sergeants' school in Três Corações. The military prosecutor called the claims of a 1996 creature capture untrue but found no crime, and the judge ordered the case archived in July 1997.
“Marco Antonio Petit”7 pages
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## • OS NOMES DOS RESPONSÁVEIS Após reunirmos todas as nossas informações sobre o caso, conseguimos os nomes dos militares que estão diretamente envolvidos no caso: tenente-coronel Olímpio Vanderlei, capitão Ramires, tenente Tibério (da Policia do Exército) e sargento Pedrosa. Sabemos também o nome dos três motoristas: cabo Vassalo, soldado Cirilo e soldado De Mello. Eles se encontraram com um tenente S-2, que chegou num Fusca bege e parou ao lado do supermercado Paes Mendonça. Esse tenente mandou cada um dos militares, de Fusca ao Hospital Humanitas, onde fizeram algum tipo de operação secreta. Nesse dia 22 de janeiro, eles andaram calmamente pela cidade, passando mais de uma vez em frente ao Hospital Regional. O comboio seguiu para o Hospital Humanitas, onde receberia uma misteriosa carga. Chegando la, havia uma caixa de madeira presa sobre dois cavaletes e um dos agentes S-2 portava uma filmadora a tiracolo. Os outros militares receberam ordens para retirar suas jaquetas e foram proibidos de utilizar gravadores, filmadoras ou máquinas fotográficas. Nessa ocasião, foram vistos no pátio do hospital viaturas da Policia Militar e do Corpo de Bombeiros com seis homens, dois militares do serviço secreto do Exército e alguns médicos. - Uma criatura morta foi colocada dentro da caixa, que foi fechada com uma lona plástica e colocada dentro do caminhão. A cobertura da carroceria teve partes reforçadas para que ninguém visse o que havia dentro. Nessa época, principalmente - no dia 22 de janeiro, a cidade inteira estava comentando o estranho movimento de caminhões da ESA. Era impossível não notar aquilo... todos comentavam e os boatos aumentavam. O trajeto do comboio até Três Coracões foi muito fácil. Ao chegarem à cidade, já havia homens da Polícia Militar esperando e segurando o trânsito. Ao que parece, os motoristas envolvidos não sabiam o que estavam transportando. Alguns militares disseram que tratava de um homem queimado, um suicida, ou qualquer coisa assim. Também disse que a criatura tinha um terrível mau cheiro. Pelo fato de terem sido três os caminhões envolvidos, supomos que, talvez, também sejam três criaturas. Mas isso não pode ser afirmado com segurança pois ainda faltam provas e depoimentos. Assim, é quase impossível afirmar qualquer coisa sobre isso. Ao chegarem à ESA, o comboio fez rapidamente as manobras de estacionamento dos veículos. Às 04h da manhã, o mesmo comboio seguiu para Campinas, onde - segundo nossos informantes - a criatura foi submetida a uma necrópsia. Nessa oportunidade, houve uma reunião com alguns oficiais, em que se enfatizou que toda essa operação havia sido secreta, sigilosa e que, embora o Exército continuasse sem saber do que se tratava, tudo deveria permanecer em silêncio.
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