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This second volume of a Brazilian military court case file, archived by the Superior Tribunal Militar in 1997, holds the Army's Military Police Inquiry into the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes. The file reproduces pages of the book, including the claimed 1962 abduction of soldier Geraldo Bichara at the sergeants' school in Três Corações. The military prosecutor called the claims of a 1996 creature capture untrue but found no crime, and the judge ordered the case archived in July 1997.
“Ferreira”6 pages
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F1 Nr 280 de distância, não ai que perceberam que se tratava de algo fora do comum, quando voltaram para o asfalto e foram embora correndo. Ao chegarem em casa, segundo a mãe, estavam totalmente abaladas, chorando, tremendo e visivelmente apavoradas. Após ouvir tudo de suas filhas, Luísa voltou ao local para ver se encontrava algum vestígio, mas não encontrou - nada, apenas uma marca redonda no chão. Contudo, é questionável que aquela marca tenha sido feita pelo ser, pois o solo estava muito seco, o terreno era muito duro e com pouca vegetação. Luísa também sentiu um cheiro estranho, muito forte e impossível de se comparar com qualquer outra coisa. Nos dias seguintes, continuei conversando com elas e pedi que repetissem várias vezes o que tinham visto. ## UM EXTRATERRESTRE NO HOSPITAL Esse procedimento é comum em pesquisas, pois ajuda a detectar contradições nos depoimentos. O abalo psicológico delas era muito visível, de forma que não pareciam mentir de maneira alguma. Enquanto isso, os boatos corriam, aumentavam e ganhavam corpo em Varginha. A cidade inteira começou a comentar a história. Continuei as investigações, partindo da premissa de que a criatura havia sido capturada e levada para um hospital. No Hospital Regional, como era de se esperar, o diretor negou tudo de forma bastante convincente. Em Varginha existem três hospitais, porém os boatos convergiam somente para o Regional. Não era possivel - ter certeza de nada, principalmente sobre qual dos hospitais estaria envolvido com o fato. Tudo estava obscuro, até que consegui conversar com uma enfermeira do Regional (que, por questão de segurança, não pode ter seu nome revelado). Ela relutou muito em me receber e conversar comigo até que, finalmente, aceitou uma entrevista e revelou que, no domingo, 21 de janeiro, uma estranha movimentação havia ocorrido no Hospital Regional. O fato envolveu médicos vindos de fora de Varginha, Policia Militar e viaturas do Exército. Porém não falou nada de corpo de bombeiros. Não se sabia o porque daquela movimentação anormal no hospital e tudo parecia estar guardado a sete chaves. Uma das alas, segundo nossa informante, foi interditada por algumas horas, de forma que funcionários, pacientes e visitantes não podiam entrar. Ela também disse que na segunda-feira, 22 de janeiro, foi chamada, juntamente com outros funcionários, para uma reunião na sala do diretor do hospital. Segundo seu depoimento, o diretor disse que toda a movimentação deveria ser ignorada, pois se tratava de um treinamento para médicos e militares. Na reunião, ainda foi ressaltado que era assunto interno do hospital, portanto, deveria
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