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Autos Findos 908, vol. 2 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 157 pages · text by GLM-OCR

This second volume of a Brazilian military court case file, archived by the Superior Tribunal Militar in 1997, holds the Army's Military Police Inquiry into the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes. The file reproduces pages of the book, including the claimed 1962 abduction of soldier Geraldo Bichara at the sergeants' school in Três Corações. The military prosecutor called the claims of a 1996 creature capture untrue but found no crime, and the judge ordered the case archived in July 1997.

  • p. 3 …Avisei o Claudeir Covo e o Marco Antonio Petit, que em minha companhia e de Ubirajara…
  • p. 39 …Nova, Eduardo Mondini, Onvaldo Mondini e Marco Antonio Petit, se juntaram a investigação do caso obtendo…
  • p. 50 …estar presentes os ufologos Clandeir Covo, Marco Antônio Petit de Castro, Vitória Pacaccini e Marcelo Moreira…
  • p. 52 …Fenômenos Aeroespaciais de São Paulo; e Marco Antônio Petit de Castro, da Associação Fluminense de Estudos…
  • p. 54 …Estudos de Fenômenos Aeroespaciais-SP) e Marco Antonio Petit de Castro (Associação Fluminense de Estudos Ufológicos…
  • p. 58 …Ubirajara Franco Rodrigues, Claudeir Covo, Marta Antónia Tavares (irmã de Cherese), Marco António Petit de Castro…
  • p. 88 …Chamei o ufólogo Marco Antônio Petit para me acompanhar e deixei os outros ufólogos na reunião…

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# Irmã do soldado questiona a falta do laudo

gum virus ou bactéria. que seria muito mais fatal, muito mais rapi da do que o ebola?". indaga.

# Casq Cherese na versão dos ufólogos

Claudeir comenta que os médicos da Uni-camp (Universidade de Campinas) que fizeram as autópsias devem estar sabendo da existência ou não dos virus. "Será que as Forças Armadas também não saem disso?"

médico René Henrique Renault. Lá, fez vários exames de radiologia e de sangue e em seguida, foi para o centro de Tratamiento iniúso vo. "As 10 horas tinha vista, não me delikaram entrar." Depois o geriatra Alberto Severo Paiva Filho trilha permitido a entrada de Marta. Ela constatou que Cherese estava ficando manchado de roxo e o médico não permitiu que ela chegasse perto. No intervamo em que Marta saliu o pa-dastro foi comprar o antibiótico (Vancocim) pedido pelo médico, Marco Eli morreu. O médico terla recomenda o sepultamento no mesmo dia. 15 de fevereiro de 1996.

Os ufólogos acreditam que a falta de alguma proteção, como luva, por exemplo, pode ter contaminado Marco Eli.

meninas teriam avistado uma outra criatura. Ao anoitecer do mesmo dia, dois militares do serviço secreto - um deles, o soldado Cherese - teriam se empenhado na captura deste outro ser.

familia. Através de investigações, chegaram à familia de Marco Eli Cherese, que teria falecido alguns dias após a captura do ET. Os ufólogos chegaram a informações de que no dia 20/1/96, as 10h30, bombeiros haviam capturado um ser totalmente desconhecido "das nossas clasificações biológicas" e levaram à Escola de Sargento das Armas (EsSA). Mais tarde, às 15h30, as

quartel de Policia nem sequer se manifestou."

chegar a essa conclusão, o grupo de ufologos informou que colheu depoiimentos da familia de Cheresc e de militares de diversas áreas participativas do fato. Vitória Pacaccini disse que um policial confirmou que um colega morreu após ter trabalhado na captura do extraterrestre, e pediu sigilo de seu nome, não quis dizer quem era o policial e nem indicar a

Segundo Marta, seu irmao não fazia uso de droga e nem de alcool. Além de ser motorista da PM, trabalhava também como taxista e era considerado um policial destemido.

O inquérito tem apenas exames feitos nos hospitalis em que Cherese foi internado, informando que a causa da morte foi infecção generalizada.

dos pelos. Ela conta que três dias depois, o irmao comeou a sentir dores nas costas e foi levado ao Pronto Socorro, com Voltaren. A tarde, teria consultado um cardiologista, Armando Martins Pinto, que diagnostico hérnia de disco. Foi internado no hospital Bom Pastor. "No outro dia, segunda-felra, ele só dormia tomando Lisador." Na terça-felra, o quadro do irmao tinha se agravado e na quarta teve dores muito fortes. Cherese teria pedido a ela que procurasse o médico para saber o que ele tinha. O médico disse que Marco estava com uma infecção, mas não sabia ainda de onde vinha o foco. "Tudo indicava que era a cirurgia que ele fez", comenta.

Justiça de Varginha, tendo como vitima Marco El Cherese e o indicado ainda a ser apurado.

"Por que então o sepul-

tamento imediato, já que

era infecção generalizada.

Será que alguma coisa contam-

inou esse policia?", argumenta Petit.

Em investigação sobre um comentário em Varglha de que o soldado Marco Eli Cherese, 23, teria morrido depois de ter tocado na criatura, na operação de captura, o grupo de ufologos chegou a um consenso: o soldado Cherese, do serviço de inteligência da PM, não so trabalhou no dia 20 de janeiro de 1996, como também participou da captura do extraterrestre. Para se

## Quisto:

primeiro sintoma

O laudo de necrópsia, autorizado e solicitado em caráter de urgência pelo delegado de Polícia. João Pedro da Silva Filho, até o dia 23 desse mês ainda não tinha sido apresentado, seguido o delegado. Ele disse que sem o laudo todo o processo fica prejudicado.

Por solicitação da familia do militar foi aberto um inquerito policial (065/96) em abril do ano passado, que hoje se encontra na

## "Ainda vai dar muito o que falar"

Cherese começou a manifestar sintomas de dor embaixo do braço direito, no dia 6 de fevereiro de 1996. No dia 7, no quartel, foi atendido pelo tenente médico da PM, Robson Ferreira de Melo, que teria feito uma incisão na axila direita para retirar um quisto. Na versão de Marta, o médico abriu o local sem fazer assepsia e nem a retirada

Cherese foi para o Hospital Regional do Sul de Minas para ser medicado 24 horas por dia, a pedido do

"A minha opinião é que esse laudo não tem servi tia mals, porque pode ter sido-alterado". disse airmade Cherese. Marta Antônla Tavares. Ela comenta que, na epoca, o médico Janine havia solicitado R$ 653,00 para fazer um exame que complementaria o laudo. "Eu ful no quartel, me deram chá de cadeira, disse ram que era para eu espear que o governo não tinha repassado o dinheiro. Até hoje a gente não tem esse laudo de necrópsia e o

Pacaccini conta que, fa-

lando com o pai de Marco

Elf, estranhou o comentar-

rio deste, que terla pergunt-

ado ao filho, de maneira

irônica e brincalhona sobre

o extraterrestre, poucos

dias após o dia 20, quando

os fatos começaram a gan-

har peso em Varginha.

"Pai, não brinque com isto, ainda val dar muito o que falar, espere so". teria respondido o filho, assumindo imediatamente uma "fisionomia sisuda e séria."

A mãe do soldado, segundo os ufologos, não soube dizer se no dia 20 Cherese terla trabalhado, mas afirmou que num dia de forte chuva de granizo, ele estava de serviço. Ela informou que ele chegou em casa ao anoitecer, juntamente com um colega, num carro civil, próprio para militares do serviço secreto, e pediu calça e camisa seca. Já que tinha se molhado. Trocoa a roupa e disse a mãe que tinha uma determinação a cumprir.

do no dia 20 de janeiro do mesmo ano, data em que o "ser estranho" teria sido capturado. Outra novidade é o depoimento de uma testemunha que teria presenciado a queda de um objeto uma mana antes do evento do ET.

O Jornal dos Lagos esteve presente no encontro e mostra todos os detalhes importantes, um ano depois que trés adolescentes alegaram ter visto um ser estranho, no dia 20 de janeiro de 1996, às 15h30, no Jardim Andere, em Varginha. De acordo com os ufologos, as adolescentes foram tratadas por vários profissionais. carregaram inicialmente sequelas psicológicas, e estão sofrendo visíveis reflexos sociais de toda essa história

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