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This second volume of a Brazilian military court case file, archived by the Superior Tribunal Militar in 1997, holds the Army's Military Police Inquiry into the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes. The file reproduces pages of the book, including the claimed 1962 abduction of soldier Geraldo Bichara at the sergeants' school in Três Corações. The military prosecutor called the claims of a 1996 creature capture untrue but found no crime, and the judge ordered the case archived in July 1997.
“El País”7 pages
lembrou que a matéria veiculada no programa "IFantástico" foi apenas um trecho de uma fita de áudio mostrado com voz disfarçada e que a produção do programa, a título de ilustração, teria naquela oportunidade colocado na tela a imagem de um militar de costas, imagem esta que afirma nada haver com relação aos fatos ora mencionados e nem nada a ver com a EsSA; perguntado se conhece a identidade da testemunha citada na página cento e quarenta e nove da publicação em evidência, particularmente a "pessoa de grande patente" de dentro da EsSA, respondeu que não teve acesso nenhum ao conhecimento deste fato e que não conhece a testemunha mencionada; frisou que não teve acesso à essa informação; perguntado se é do seu conhecimento a existência de uma Sindicância ocorrida na EsSA, para esclarecer a participação de militares no incidente em Varginha, respondeu que sim, sabe ter ocorrido um "Inquérito Interno", acrescentando que de fato sabe que o nome do documento não é esse mencionado, más sim sabe ter sido uma Sindicância; esclareceu, pelo que sabe em nenhum momento nenhum informante utilizou-se da expressão "forjado", más que sabe também que segundo os mesmos informantes haver entre eles a impressão de que esta Sindicância estava sendo elaborada para se obter álibis para justificar a presença de militares em Varginha nas datas envolvidas e mencionadas na publicação em tela; acrescentou que, pessoalmente, não teve nenhum acesso a qualquer documento dessa natureza, e sabe que nem o autor o teve conforme a afirmação contida na página cento e cinquenta e dois da publicação ora indiciada; recordou que nenhum militar lhe ofereceu, a si próprio, nenhum documento de tal escopo; perguntado se estava presente durante a entrevista coletiva concedida pelo Sr Gen Cmt da EsSA à imprensa e que foi citada na publicação em evidência, respondeu que não estava presente como nenhum outro ufólogo, esclarecendo que essa ausência se deu por motivos éticos, e também porque somente a imprensa havia sido convidada. Declarou que a postura do grupo de ufólogos do qual faz parte jamais afrontar as Forças Armadas hem mesmo ao Exército ou a Polícia Militar, que são participantes de um evento de significativa importância para a humanidade, em termos de evolução científica e filosófica; acrescentou que acredita que as Forças Armadas devam ter seus motivos extremamente importantes para não admitir oficialmente ocorrências como a citada no documento em tela; salientou que de sua parte, os ufólogos vêm insistindo no fato de que tais setores tomem uma postura diferente e que admitam estas ocorrências, pelo sua importância, contando inclusive com a modesta colaboração científica desses ufólogos; frisou que torce para que o Brasil, principalmente o glorioso Exército Brasileiro, seja o primeiro país do mundo a admitir oficialmente a realidade e a importância desses fenômenos, o que traria enormes beneficios, de várias ordens, para todo o país; esclareceu que, no caso da EsSA e do Exército Brasileiro virem a admitir a veracidade dos acontecimentos citados na publicação ora em evidência, poderão contar com a total colaboração dos ufólogos
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