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This second volume of a Brazilian military court case file, archived by the Superior Tribunal Militar in 1997, holds the Army's Military Police Inquiry into the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes. The file reproduces pages of the book, including the claimed 1962 abduction of soldier Geraldo Bichara at the sergeants' school in Três Corações. The military prosecutor called the claims of a 1996 creature capture untrue but found no crime, and the judge ordered the case archived in July 1997.
# TERMO DE INQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHA Aos dois dias do mês de abril do ano de mil novecentos e noventa e sete, nesta cidade de Três Corações, Estado de Minas Gerais, na Escola de Sargentos das Armas, onde se achava o Sr Encarregado deste Inquérito, compareceu a testemunha abaixo nomeada que foi inquirida sobre a Port Nr009 AjG.2, de 29 de Janeiro de 1997, de Fl Nr 006, a qual lhe foi lida, declarando o seguinte: UBIRAJARA FRANCO RODRIGUES, 41 anos, filho de José Júlio de Lemos Rodrigues e de Dª Guiomar Ayres Franco Rodrigues, casado, profissão Advogado, residente à Rua Belo Horizonte Nr 131, bairro Jardim Andere, na cidade de Varginha-MG, depois do compromisso de dizer a verdade, declarou: perguntado se conhece a publicação intitulada "Incidente em Varginha", de autoria dos Srs Vitório Pacaccini e Maxs Portes, respondeu que a conhece; perguntado se conhece os autores da publicação em tela, respondeu que conhece apenas o Sr Vitório Pacaccini; perguntado a respeito da informação contida na página vinte e cinco da referida publicação e constante destes autos das Fl Nr 130 , a respeito da condução de uma criatura extra-terrestre em um caminhão do Exército na localidade de Varginha, em janeiro de 1996, respondeu que confirma a passagem descrita na referida página de que as testemunhas e informantes afirmam que uma criatura foi colocada envolta em uma rede dos Bombeiros e foi colocada em uma caixa dentro de um caminhão da EsSA; perguntado se sabe identificar as testemunhas e informantes que lhe fizeram afirmação do fato citado, respondeu que, por questão de ética pessoal e também profissional, como advogado e ufólogo, não pode fazer tais revelações; perguntado a respeito das afirmações contidas na página trinta e sete e trinta e oito da publicação ora indiciada a respeito de uma entrevista com um casal, sendo o marido militar da EsSA , e se pode nominar o referido casal, respondeu que não confirma a passagem referida nas páginas citadas por não saber detalhes da entrevista, não sabe quem é realmente o casal e não ter conhecimento da passagem em si; acrescentou que se de fato o episódio ocorreu, o único protagonista foi o autor do livro; disse também que não sabe quem é o casal, não os conheceu nem mesmo de nome, lembrou-se de ter ouvido do Sr Vitório Pacaccini um comentário, naquela época, a respeito de um casal em que a senhora estava nervosa, tendo pego uma bíblia, segundo o Sr Vitório Pacaccini, recordando vagamente de ter ouvido tais comentários do autor do livro; acrescentou também que o Sr Vitório Pacaccini não afirmou ter sido um militar da EsSA; perguntado se conhece as circunstâncias em que se deu o fato narrado na página cinquenta e três, referente a um militar da EsSA que faz trabalhos de filmagem, respondeu que não conhece o militar e que esse militar teria sido apresentado ao Sr Vitório Pacaccini por um amigo comum aos dois, dizendo que segundo aquele ufólogo o militar negou todos os comentários enfim negou tudo, não tendo o Sr Vitório Pacaccini dele obtido
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