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Autos Findos 908, vol. 1 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 208 pages · text by GLM-OCR

This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.

  • p. 87 …Liguei para a ufóloga lrene Granchi, do Rio de Janeiro, que contatou a produção de jornalismo…
  • p. 126 Agradecimentos aos Ufólogos Irene Granchi Claudeir Covo Marco Antonio Petit de Castro Edson Boaventura Jamil Vilanova…
  • p. 139 …Ao mesmo tempo contactou-se com a professora Irene Granchi, a nossa primeira dama da Ufologia…
  • p. 140 …Também para a professora Irene Granchi, residente no Rio de Janeiro, citando meu nome a esta…
  • p. 157 …Norma, grupo CISNE, presidido pela professora Irene Granchi, Marco António Rodríguez da Silva, os irmãos Mondini…
  • p. 168 …Covo, de São Paulo, a professora Irene Granchi, do Rio de Janeiro, o A. J. Gevaerd…
  • p. 169 …Esteve com a professora irene Granchi e ambos conversaram um pouco no auditório. Finalmente ful apresentado…
  • p. 170 …Roguei à artista plástica Francisca Granchi, sua filha, que assumisse essa incumbência. Tanto o CISNE quanto…
  • p. 186 …Ubirajara, Luis Petry, a profes- sora Irene Granchi e eu, no jantar após a nossa palestra…
  • p. 203 …Ademar Eugênio (URANTIA), Gevaerd (CBPDV), Claudeir Covo (CEPU), Edson Boaventura (GUG), Irene Granchi (CISNE), Reginaldo Athayde…

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portadores de bactérias terrivelmente mortals, capazes de dizimar toda a

Humanidade? E será que tudo isso não tem que ser uma operação sigilosa mesmo?

Pela nossa ótica eles poderiam nos chamar para dividir as informações que têm. M

- pela ótica deles, nós nunca poderemos ajudar em nada; não andamos nas altas cúpulas do Exército e devemos ser excluidos de suas atividades. Não somos dignos da confiança deles... Adorariíamos colaborar com as autoridades, mas parece impossível. Às vezes, chegamos a pensar que os militares e as forças armadas estão só fazendo o papel deles no que diz respeito aos acontecimentos ufológicos. Tenho medo de que, qualquer dia desses, algum militar me aborde da seguinte forma: "Você não percebe que estamos fazendo o máximo esforço para acobertar isso e vocês ficam tentando revelar tudo. Isso é muito perigoso, eles (os ETS) têm um vírus (ou uma bactéria qualquer) que pode dizimar a Humanidade rapidamente ". É claro que tudo é hipotético, e até engraçado, mas se caíse um UFO no meu quintal, a quem eu deveria procurar? Obviamente, a primeira coisa que faria era chamar as autoridades militares, pois isso é trabalho para eles. Estamos, de fato, muito preocupados pois estamos chegando à conclusão de que o Caso Varginha é somente a ponta de um iceberg.

Por outro lado, não podemos deixar o caso à deriva. Mesmo que os militares estejam realmente envolvidos com isso e fazendo simplesmente sua obrigação, é preciso respeitar o direito à informação. Por mais que o Exército esteja cumprindo com sua função de manter a segurança nacional, deveria também estar informando a população sobre suas atividades, pelo menos sobre uma parte delas. Mas por que o Exército Brasileiro iria informar o povo, se os exércitos de todo o mundo não o fazem?

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