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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Rio de Janeiro”23 pages
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estar guardado a sete chaves. Uma das alas, segundo nossa informante, foi interditada por algumas horas, de forma que funcionários, pacientes e visitantes não podiam entrar. Ela também disse que na segunda-feira, 22 de janeiro, foi chamada, - juntamente com outros funcionários, para uma reunião na sala do diretor do hospital Segundo seu depoimento, o diretor disse que toda a movimentação deveria ser ignorada, pois se tratava de um treinamento para médicos e militares. Na reunião, ainda foi ressaltado que era assunto interno do hospital, portanto, deveria ser mantido em sigilo. Segundo essa testemunha, a reunião culminou com a seguinte frase do diretor: "A qui em Varginha tem um pessoal que gosta muito de mexer com coisas bacanas, assim, sobrenaturais, estranhas... É provável que esse pessoal procure vocês, principalmente aquele advogado, o Ubirajara. Para essas pessoas, vocês devem negar tudo. Neguem mesmo". Mais tarde, conversei com uma ex-aluna minha, que disse ter ido à portaria do hospital no domingo, por volta das 22h30, juntamente com uma amiga. Ela perguntou ao recepcionista se era verdade o boato de que o hospital havia recebido um "monstrinho". O funcionário confirmou dizendo que o ser não estave moi lá, pois tinha sido removido para outro hospital da cidade, o Humanitas (foto à esquerda). Então, as moças seguiram para la e foram atendidas por uma enfermeira que lhe respondeu da seguinte forma: "não podem entrar aqui para ver aquilo e, mesmo que pudessem, eu aconselharia... vocês não iriam gostar de ver". Na mesma época, algumas testemunhas paralelas, que moram na região do Humanitas, disseram ter visto movimentação de tropas no portão lateral. Isso era tudo o que eu sabia até então. Era preciso ter mais evidências. Foi então que procurei o setor militar, primeiramente o comandante Maurício, da Polícia Militar. Ao encontrá-lo, identifiquei-me e expus a situação. Perguntei a ele se já estava informado dos boatos de que a PM estaria envolvida no caso da captura. A resposta do comandante foi negativa. Ele, então, ofereceu-se para checar as informações e verificou que não havia nenhum registro de tal ocorrência. Ainda sim, pediu para que nos comunicásemos com ele novamente, pois talvez encontrasse alguma informação. No dia seguinte como estava combinado, telefonei para o comandante Maurício, mas ele já não atendia o telefone. Fiz aproximadamente uns 50 telefonemas para o quartel, mas não fui atendido. Foi aí que comecei a sentir que algo estava errado. Estavam escondendo alguma coisa. Um amigo meu conseguiu falar com uma policial que esteve de plantão no sábado, 20 de janeiro, para receber as chamadas de emergência através no número de telefone 190. Ela revelou que recebeu algumas chamadas: "Realmente, algumas pessoas
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