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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Marco Antonio Petit”12 pages
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Nesse momento disse aos familiares sobre o militar que havia me procurado pedindo dinheiro para nos passar certas informações; e de ter comentado No momento não pensei na sensação ou advertência sobre o que viria a acontecer . Depois, refletindo melhor ponderei comigo mesmo o porquê daquele frase. Teria tido o jovem e saudável militar de vinte e poucos anos um envolvimento direto na operação de uma das capturas? Estranho demais era o fato de, passados alguns dias após o dia 20 de janeiro - quando no período da noite ocorreu a segunda captura -, o rapaz vir a adoecer arrebatado de forte febre e sem motivo aparente. Se fosse devido à chuva e ter-se molhado, ainda assim uma forte gripe ou mesmo uma pneumonia não o teria derrubado a ponto de prostar-se, percecendo visivelmente num leito de morte dentro da UIT do Hospital Regional. E a familia, por sua vez, não obtendo nenhuma informação médica enquanto o rapaz perdia os movimentos das pernas e dos braços, alimentando-se com alguém a ajudá-lo a pór o allimento na boca, vindo a falecer sem que médico nenhum esclarecisse a causa, o motivo, a infecção generalizada... apenas recomendando um velório com a urna lacrada, de modo rápido e providenciado o enterro poucas horas depois. A avó, dona "Benedita", presente na sala, comentou comigo que ao surgiem as primeiras reportagens no noticiário local mencionando sobre extraterrestres em Varginha, lembra-se muito bem da noite em que estava na casa do neto. Assistiam a televisão ela, o neto militar e a esposa dele, quando o noticiário abordou o assunto. Immediatamente o neto ergueu-se do sofá e desligou o aparelho, dizendo: "Não assistam isso, que é isso é bobagem." Assim, num repente, demonstrando enorme aborrecimento como se a ele tal noticia o afetasse diretamente, embora sua altitude fosse incompreenssivel para a esposa e a avó. Mas não serà porque ele prôprio já estava impressionado? "Francisco", o pai do rapaz falecido, é motorista. Disse-me que antes mesmo de acontecer em os primeiros boatos na cidade e do Ubirajara soltar as ainda incipentes informações na imprensa, ter conversado com o filho exatamente comentando o que achava do assunto de extraterrestre na cidade. Teve como resposta a quase ordem o pai, não poder comentar com ninguém sobre o assunto, pois tinha certeza daquilo ser apenas o começo de uma grande confusão! "— Vai dar muito rolo, pai Você pode esperar pra ver!" — disse ele. Manifestei vontade de irmos naquele dia mesmo. Ubirajara não podia porque teria de dar aulas. Então, que eu fosse e o procurasse depois, à noite, na faculdade. Lá chegando, fui identificado por todos devido aos vários noticiários em que apareci. Apresentei-lhes meus pésames e perguntei sobre o que o filho havia dito antes de seu passamento, justificando que um colega dele, de farda, havia conversado comigo sobre os incidentes. Numa surpresa inesperada com a informação que lhes passava (inclusive dizendo quase num resumo sobre todos os acontecimentos), entreolharam-se, entendendo a seriedade da minha presenta que. não fosse por um motivo maior não teria acontecido. A mãe, dona "Geralda", tomou a palavra, mencionando que no dia 20 de janeiro, seu filho, um P2 do serviço de informação da PM, estivera em missão. E que na noite da grande chuva ele fora a caixa para trocar de roupa porque estava sujo e muito molhado. Um carro de cor branca, oficial, sem a pintura que o caracteriza — pois era usado somente pelos P2 —,o levara c o oguardara na porta. Ela ainda perguntou se ele teria de sair novamente, quando confirmou estar em missão muito importante, retornando somente de ma- Como estávamos atentos à possibilidade de um dos nossos informantes descobrir qual era a familia do militar falecido, quando ele nos ligou anotamos o nome e o endereço. Estávamos no final do mês de junho, em torno do dia 20. Disse ao parceiro da minha intenção de ir procurar-los num sitio afastado do centro de Varginha onde a familia reside.
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