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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Marco Antonio Petit”12 pages
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Conversei com o Ubirajara sobre a possibilidade de irmos averiguar, mas, por estar ocepado-com seus processos na junta Trabalhista da Comarca de Varginha, resolvi deslocar-me para o local com o meu também parceiro e amigo Claudeir Covo. Vimos através da imprensa escrita, falada e televisiva a história de um "lobisomem" na zona rural de Passos, no Sul de Minas. Ficamos atentos, porque, segundo o relato dos noticiários, tralava-se de uma criatura peluda e que havia atacado quatro pessoas na mesma região, em dias distintos, mas sempre à noite. - Pacaccini! Pacaccini! - Ubirajara chamou-me. Como estavamos conversando por telefone, corriamos o risco da possibilidade, à quella altura dos acontecimentos, de estar o aparelho do Ubirajara com escuta. O parceiro disse a ele a respeito de minha residência em Belo Horizonte, quando perguntou sobre a época em que eu iria para là, pois pretendia visitar uns parentes que moram na Capital; bastando coineirir as datas, que nos encontrariamos. Anuncio o meu regresso para breve, e que eu entraria em contado, desde que ditasse o número dele ou algum outro para recado. Assim foi feito. Concordel. Aos poucos juntamos as nossas coisas e empreendemos a descida. Afora o receio do imprevisto, nada nos ocorreu. Entramos no carro e partimos. E assim, deste mesmo modo e por intimeras vezes nos meus dezoito anos de pesquisas ufologicas, mais uma noite de vigilia pude viver com intensidade. Muitos teriam desistido, mas, para mim, a perseverança é a maior aliada da realização de qualquer objetivo. Claudeir Covo veio de São Paulo e nos encontramos na casa do parceiro. Recebermos o telefonema de um militar de outro Estado, comentando não poder silenciar-se diante do que sabia dentro da FAB. Disse apenas da queda do objeto voador - o "submarino" - e de ter sido resgatado também por militares. — É. Tá tudo muito calmo. Se a criatura estivesse por aqui teria movimento na mata. O que acha? São quase três horas. Retornei a Varginha depois do almoço. Havia deixado Ubirajara em casa, indo para Três Corações naquela madrugada. E evidente que não estavamos com o propósito de atirar no que vissemos. Seria o último recurso e apenas para nos proteger. A pretensão mesmo fora que, ao nos instalarmos ali, passássemos a noite perscrutando nos ruidos características queando espera. Alongávamos conversas enquanto as horas pareciam adormeci das. O tempo tiritava de frio. Das 20h30 até quase 3h00 ouviamos o rumor do verto nas ramas e alguns chilros de aves noturnas, E minhas divagações se esten qualquer lugar naquela região uma criatura desviada de sua rota? Fora de seu habitat natural, fosse onde fosse, o que estaria pensando? E, se pensasse, como se sentiria? Nós, com os nossos precários meios de defesa, de certa forma estavamos seguros, pois a algumas centenas de metros abaixo tinhamos o nosso veículo estacionado à espera de que fôssemos embora e returnãssemos às nossas casas. Mas, ter sentido agonia sem descrição. Uma angustia sem nome. E todo o vivido até então nas pesquisas desses quatro meses me veio à mente, mais por sentir a solidão de cada uma das criaturas e o que a elas aconteceu. Chegamos de carro e o deixamos estacionado de frente para a estrada propositadamente para o caso de uma retirada súbita não ser preciso manobrá-lo. Subimos o morro atê o topo, em meio a uma escuridão completa, não havendo luar naquela noite e as copas das árvores serem muito fechadas. Com as lanternas nas mãos, mal avistávamos as trilhas e os atalhos pois a ceração aquela hora e em alguns pontos parecia nos espreitar. Pegamos as nossas tralhas de acampamento e as armas: um 38 que Ubirajara herdara de seu pai e a minha semi-automática 9mm, Browning. Estava preocupado com o parceiro por ele não ter tido nenhuma experiência ou treinamento de tiro e, caso deparassemos com um serio imprevisto, não teria nem como imaginar a reação dele. O Claudeir Covo mostrou-se interessado em participar, mas justo naquele mesmo dia teria de estar no programa da Silvia Popovic, na TV Bandeirantes de São Paulo. Antes. havia-nos sugerido que o incidente em Varginha, a ser abordado no programa, devesse ter alguma para expo-lo. Como não podiamos ir, flocou a cargo dele, residente que é em São Paulo e também companheiro nosso nas várias e oportunas vezes que participou conosco das pesquisas. De retorno a Varginha, meu parceiro e eu decidimos fazer uma incur- são noturna no local onde o estudante Ildo avistara a *criatura* peluda na noite do dia 15 de maio. Estávamos clientes da existência de muitas cobras pelas informações do Eurico. E o proprietário das terras não objetara quanto a nossa intenção.
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