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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
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O Ildo fez a simulação do comportamento da *criatura* que avistara. Registramos tudo em video. Ao retornarmos a Três Corações procuramos saber a quem pertencio o terreno do outro lado da estrada para onde ela se dirigia, pois pretendiam fazer uma noite de vigilia. Segundo informações do Eurico em toda FI Nr 194 Eacrivo Fomos ao encontro dele e nos dirigimos para o ponto exato na estrada onde ele avistara a criatura. Deseemos do carro e percebemos que atrás das arvores - depois do acostamento e exatamente no local onde aquela criatura estava -, se traçarmos uma linha reta estaremos na casa do Eurico o Oralina - o casal que avistou o "submarino com o cocuruto". Seria possivel que esta criatura estivesse junto com as outras e, dali saindo do "submarino", seguisse rumo diferente? Pedi ao lido que reconstituisse a nossa conversa no dia seguinte, quando iria apresentá-lo ao Ubirajara. Concordou e combinamos o horário e o local para irmos buscá-lo em Três Corações, onde reside e trabalha. — Ou canhada? — Ora, ele é mais peludo no rabo e tem focinho fino além de quatro pa- tas. Não, não, o que avistel foi coisa esquisita mesmo. Confesso ter ficado impressionado com o que ele contava, entendendo haver mais criaturas a solta pela região. Essa, diferente da de Varginha pelo fato de apresentar pêlos; mas isso, para nós, ufologos, não causa surpresa pois quando fosmos a Alfenas – no inicio das investigações – e conversamos com o Torinho, jardineiro da Assossiação Atlética Banco do Brasil – AABB a criatura por ele avistada era peluda e de olhos grandes. As que as meninas viram diferençava pela pele lisa e olcosa, mas de olhos também grandes. De qualquer modo essa tipologia não pertence ao nosso meio. Embora hája entre humanos características diferentes como indios, negros, japoneses; altos, baixos, magros e gordos; peludos e carecas, ainda assim permanece a especie Homo Sapiens. — Bezerro de duas pernas? E peludo? Olhos arregalados de vermelho e grandes? Que o que sõl na resposta. — Acaso não seria um bezerro? - perguntci para estudar a reação dele — Mas nem dentro do carro, com os vidros fechados, os faróis acesos atrapalhando a visão dessa "coisa", assim mesmo você não teve coragem de frear? — Nem! Por nada desse mundo eu la fazer isso. E o medo? Acelerei e toquei pra frente, passando perto dela enquanto olhe mais de perto. A coisa levantou e voltou pro mato de onde vinha. E fui embora. — E por que você não parou o carro? – perguntei. — Cé tâ louco! Sem saber o que era aquilo eu não ia fazer isso, núrcal — Não seria um macaco? — De jeito nem humu. Era, isso sim, um bicho dos mais esquisitos, tendo — Vinha sozinho de Três Corações para Varginha dirigindo a Besta (perua coreana). Passava das sete da noite. A poucos quilômetros da chegada, onde a estrada tem uma curva acentuada e, em seguida, uma grande reta em subida, ali, avistei depois desta curva uma criatura tentando atravessar a estrada rumo a mata do outro lado, apois um pasto. Essa criatura estava em pê, ligeiramente curvada, quando bati os olhos nela. Tinha desacelerado o carro devido a curva. A uns quarenta metros a minha frente os farios clarecaram aquela coisa marrom escura, com pêlos por todo o corpo, os olhos avermelhados e grandes reflletidos pela luz do carro e, num gesto inteligente e de proteção, levou as mãos ao rosto e se agachou. Procurei saber o horário que o encontraria e, no mesmo dia, fui até ele. Conversamos no pátio, antes do início de sua aula. Após minha introdução de praxe sobre pesquisa ufológica e do sigillo para resguardar o depoente caso necessário, quanto a isto ele não fez, nenhuma objeção. No dia 20 de maio, segunda-feira, a doutora Leila Cabral, diretora do Zoológico de Varginha, telefone-nos para contar que Ildo Lúcio Gardino (21 anos), seu aluno de Biologia no 2º ano de suplencia do Colégio Batista, disse a ela de ter avistado uma criatura muito estranha e feia a beira de uma estrada. E que ela, a doutora Leila, estava preocupada com o aluno por senti-lo nervoso e muito tenso. Preparada aquela documentação, todos os citados tiveram que assinar nas suas respectivas laudas, juntamente com a testemunha forjada com o único propósito de, quando e se - alguns ou todos - vierem a dar baixa da corporação um dia, e por alguma razão resolvessem contar o que sabiam, o Exército teria como provar a mentira trazendo a público o documento assinado. Também ofereceram-me cópias do documento de várias laudas. Quanto a isto agradeci a boa vontade mas dispensei tal oferta, pois estes militares-informantes foram amigos e se acellasse estariamos, todos nós, incorrendo em erro. Afinal estes papéis não representaram importância vital nas pesquisas. Somente por saber da existencia deste inquirito nos era suficiente porque, mais uma vez, não estávamos distantes da realidade. O incidente Varginha não se prendeu apenas ao avistamento de uma criatura pelas meninas. Foi mais longe. Era bem maior que se imaginava. Tornou-se uma grande árvore de muitos galhos espinhentos para lugar, tendo uma testemunha para confirmar; o cabo Elker, idem. O mesmo a respeito do capitão Ramirez, do sargento Pedrosa, do soldado Cirilo e mais outros citados.
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