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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Anderson”1 page
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Detalhe dos reportes e cameras na cobertura da reunião Imagem cedida à revista ISTOE (1390 - 25.5.96) em que o militar teve a sua aparência eletronicamente alterada Terminada a gravação levamos o militar para a rodoviária, com ele a nos dizer de outro companheiro seu, também da ESA, disposto a nos revelar lances do caso. Apenas tomaria coragem e, sem pressa, entraria em contato comigo. Retornamos ao calor da reunião, com todos já desconfiados de nossa retirada. Retomei a narrativa do ponto em que o Ubirajara estava: contando casos de objetos voadores em várias regiões do Sul de Minas. E o pessoal voltou a se acomodar nas cadeiras para escutar-me. E seguida o Claudieir apresentou o Manifesto dos Ufologos. E quando mencionei os nomes dos militares envolvidos maior foi a surpresa entre os presentes no auditorio. Discorri sobre a operação-captura, comandada pelo major Maciel, do Corpo de Bombeiros de Varginha, no sabado, dia 20 de janeiro, e de uma segunda operação para retirar uma segunda criatura no Hospital Humanitas, dia 22, segunda feira, comandada pelo tenente-coronel Olimpio Vanderleh com a participação do tenente Tiberio, do capitação Ramirez, do sargento Pedrosa, tendo sido enviado um comboio da ESA, sendo os motoristas dos caminhões o cabo Vassalo e os soldados De Mello e Cirilo. Informações nos chegaram de que fora na parte da manhã, quando estiveram estació No bagageiro do cario estava a filmadora, mas eu, sozinho, não conseguiria fazer a filagem do militar ao mesmo tempo em que teria de perguntar-lhe alguns pormenores pertinentes a sua narrativa. Expliquei ao Marco António Petit enquanto nos dirigiamos para a rodoviária sobre a tarefa a cumprir naquele momento. Encontramos com o militar e seguimos com ele para a casa vazia onde morava o pai do Ubirajara, próxima ao escritório dele. No quintal, junto a uma parede, armei o tripé, fixando a filmadora e pedi ao Marco Antonio que ajustasse o foco e começasse a gravar. Sentei-me ao lado do militar, disse meu nome, o dele, a hora e o dia. A partir dai, e durante trinta minutos, ao vivo e em cores, testemunhamos uma das mais incríveis narrativas de que se tem conhecimento na Ufologia brasileira. Vez ou outra olhava para o Marco Antonio admirado – embora o que escutava ja tivéssemos contado a ele quando fomos ao Rio de Janeiro. Muito diferente, sim, não há dúvida, ouvir de um terceiro um fato e, pessoalmente escutá-lo por quem estava fazendo a história! Quando a Angelica retornou com o aviso de novo telefonema, discreta- mente pedi ao Marco Antônio Petit para ajudar-me. Não chamei o Claudei nem o Ubirajara, porque o primeiro estava terminando de revisar o manifesto que iríamos apresentar no final da reunão e o Ubirajara, porque estava com a palavra naquele momento. Fomos saíndo devagar do auditorio e isso chamou a atenção de todos porque, de repente, para eles, algo de estranho acontecia com a nossa retirada, ainda mais porque era eu quem estivera com a palavra e tive de chamar o Ubirajara para prosseguir. Mas o Luis Petry, olhando a nossa movimentação veio saber do que se tratava. Argumentei a necessidade de ausentar-me por instantes, amenzi- zando a sua curiosidade. Isto porque embora o Petry, além do Claudei e Ubirajara ja tivessem sido apresentados a ele por meu intermédio, nenhum deles poderia ir comigo para não criar grandes suspeitas. Doeu-me ter de mentir para o Petry logo a ele, que estava nos apoiando tempos e porque também o militar não queria ninguém da imprensa, se confiava somente em mím. Mas eu unha certeza do Petry compreender a situação posteriormente. que imediatamente pegasse o primeiro onibus.e, ao chegar à rodoviária de Varginha, fizesse outra ligação, que eu iria busca-lo. Sabendo que a viagem duraria trinta minutos ou menos, retornel para a reunião como se nada estivesse acontecendo, mas avisando a Angélica de que haveria um novo telefonema de alguém na rodoviária. E continuamos as explanações de modo calmo e meticuloso para que todos pudessem compreender o que de fato havia acontecido após o avistamento da criatura pelas meninas.
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