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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Anderson”1 page
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FI Nr 168 Facultad Disse-nos que, nesse momento, entrou em pânico. As pernas tremiam, as mãos no volante ficaram paralisadas e o motor perdia a força, mesmo ele tentando acelerar. Olhava para o objeto e ele ali, enorme. O medo tomava-lhe o corpo rigido. O suor a descer pelo rosto. Virou o volante para o acostamento e o carro foi parando, desligado. A partir desse momento fechou os olhos com pavor de observar o objeto, embora percebendo o piscar das luzes. Silencio absoluto por um tempo curto até Ainda no final do mês de abril, uma série de avistamentos ocorreu no Sul de Minas. Dentre os de que tomamos conhecimento, o mais importante foi o acontecido sobre a industria Standard - multinacional recentemente instalada em Varginha - onde mais de trinta pessoas, entre operários, pessoal do setor administrativo e executivo, delixaram o trabalho e foram para o pátio testemunhar a ocorrência. Um dentista de Três Corações, solicitando a cobertura de seu nome, receoso de ser alvo de gracejos, contou-nos ter saído de Varginha rumando para Três Corações e, ao decidir cortar caminho, entrou numa estrada vicinal de 8 quilômetros existente no trevo da rodovia Fernão Dias. Isto, por não querer atravessado todo o distrito industrial de Três Corações, sendo que esta estrada vicinal o deixaria antes, no bairro Cotia, onde tem seu consultório. Conversávamos a respeito quando o doutor Marcos, ao comentar as noticias que sairam nos jornais e na televisão, lembrou ter cruzado com um comboio do Exército na estrada, ao ir buscar a filha no Country Clube de Varginha, situado a quatro quilômetros da saída de cidade, cuja entrada é justamente defronte da Parmalat. Isto no dia 22 de janeiro, numa segunda-feira! Era em torno das 20h quando, subitamente, seu automóvel começou a falhar. Pensou na estranheza do fato por ser um carro novo, recém-adquirido. De repente avistou do seu lado esquerdo parte de um objeto enorme, com algumas curvaturas, voando bem acima dele com a outra parte cobrindo o carro numa proximidade assustadora, fazendo-o temer um contato que certamente provocaria um desastre. Havia umas arestas onde diversas luzes amarelas e vermelhas piscavam, projetando completa luminosidade ao objeto. Eram 11h, o céu azulado de outono, sem nenhuma nuvem, quando um objeto discóide, prateado, aproximadamente a duzentos e poucos metros de altura, vindo do horizonte, pairou acima da industria. Ao mesmo tempo, um outro objeto idéntico ao primeiro vejo de outra direção, pairando abaixo deste. Foram-se aproximando lentamente e, como num engate, sairam em alta velocidade sumindo no horizonte Ao fazerem a autópsia da ania, que a doutora Leila carinhosamente apelidara de Banzeco, por ser saudável e brincalhona, o laudo identificou morte por "substância tóxica não identificada". Nos veados, "intoxicação càustica sem causa aparente". No outros três, "nada que justificasse a morte". Pelo fato de dona Terezinha Clepf haver-se prestado a um testemunho público, a doutora Leilla associou os fatos pois tudo acontecera na semana anterior ao avistamento desta criatura. Ela, no entanto, de capacete dourado na cabeça, seria da "familia" das outras? Ou será que o Sul de Minas tenha-se tornado um local ideal para a observação de seres cada vez mais estranhos? Por alguma razão estavam ali. Mas fazendo o que? E quem eram? Após a imprensa divulgar o depoimento da dona Terezinha Clepf, quem entrou em contato conosco foi a doutora Leila Cabral, diretora ha muitos anos do Zoológico. Reportou-nos que uma semana antes do dia 21, ou seja, na semana anterior em que dona Terezinha tivera o avistamento, cinco animais saudáveis até então vieram a falecer de maneira inexplicada e misteriosa. Uma anta, dois veados, uma arara azul e uma jaguatirica. Surpresa maior tanto para a doutora Leila como para o médico-veterinário Marcos de Araújo Carvalho Mina: os animais morreram de forma abrupta e inesperada. O Zoológico é muito bem cuidado, as águas são tratadas e os alimentos selecionados. Somos testemunhas do zelo existente ali. Mesmo assim, houvesse um produto tóxico, seria ele detectado nos exames dos animais. Porém, ao aparecer "substância tóxica desconhecida" e nos outros animais "nenhuma definição", alguma coisa ou algo inexplicado realmente havia acontecido! Ao terminar seu relato pedimos a cla, ao senhor Marcos e aos filhos se poderiam divulgar para a imprensa, considerando que estávamos diante de um testemunho feito por uma senhora idônea e consciente de seu papel na sociedade. Tal depoimento teria uma enorme força de credibilidade para quem escutasse a sua história. E que tal avistamento não deveria ficar mais restrito ao meio familiar apenas. Concordaram conosco e o assunto veio a público, com a dona Terezinha sendo assediada pela imprensa nas semanas e meses subsequentes. Em casa, naquela noite, não conseguira conciliar o sono. A imagem daquela criatura a aturdia, persistindo em sua memória. E nos dias subsequentes um medo interior, incomum. Lembrou-se da criatura que há dois meses fora vista pelas meninas que ela própria não conhecia e comentou com os familiares. Até que, finalmente, estava a nos narrar o fato, acreditando que, de alguma forma, poderia ser útil em nossas pesquisas, porque até então vinha acompanhando pelos jornais e televisão o nosso envolvimento.
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