Documents / Document
This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Marco Antonio Petit”12 pages
Read from the scan by GLM-OCR; expect the odd misread word.
Contou-nos ter uma informação que, a bem da verdade, durante uma semana inteira, fê-lo refletir se deveria ou não torná-la pública, recesso do fato de ele e a familia virem a ser ridicularizados. Mas, incomodados que estavam, decidiram de comum acordo entre os familiares, nos narrar o acontecido com a esposa, dona 'Terezinha Clepf, 67 anos. — Não seif! Não sei e nem quero saber o que fazer com essa coisa. Vão com ela pro Regional, que é o mais certo! Não quero é me envolver com isso ai, de jeito nenhum, pois isso não é dessse mundo! - e retornou para dentro do Posto de Saúde, sem dar atenção aos outros militares de dentro da viatura. Assim ocorreu exatamente o que suspeitávamos: o envolvimento do Corpo de Bombeiros, da Policia Militar e da ESA estava configurado. Dificil foi precisar o horário certo quando tudo ocorrera e o tempo da passagem entre o Hospital Regional para o Hospital Humanitas, possivelmente naquela mesma noite. Lamentável dizer, mais uma vez, o quanto as pessoas são temerárias por veicularem seus nomes a um fato dessa grandeza. Continuam pequenas, não conseguindo avistar senão mais que um palmo de validade além dos nartizes, fazendo-se passar como importantes figuras numa sociedade de iguais mediocres e borrabotas. E este foi o médico com que fizesmos contato e por quem fosms tratados no nível de sua arrogância. valeria muito naquelas circunstâncias, ainda mais na suposição de que a mesma poderia transmitir alguma doença ou estar com algum problema, se em momento algum manifestara reação de ataque nem mesmo de defesa. Passiva e recolhida, era como se aguardasse que eles pedissem socorro e obtivessem ajuda, o que seria de vital importância para todos, principalmente num caso singular jamais vivenciado pelos policías. Com os dias ficando cada vez mais frios, os agasalhos começaram a aparecer com as pessoas em todo o Sul de Minas. Na tarde do dia 26 de abril, recebemos um telefonema do senhor Marcos Clepf, nome de origem alema, pessoa ligada ao meio politico varginhense, tendo sido vereador e, por isto mesmo, por demais conhecido e respeitado na cidade. Olhou para, a criatura e afastou-se aborrecido em saber do que se tratava, alegando não querer o nome dele ligado "duquilo", porque tinha um nome a zelar. — Mas, doutor, o que vamos fazer com isso? Foi quando a levaram para um Posto de Saúde e chamaram o médico, que foi até la fora para atendê-los. — Doutor, estamos com essa coisa aqui dentro e o senhor podia nos ajudar no que fazer com ela. ma autoridade judiciária passou para o Ubirajara uma informação mulo importante e que veio responder às nossas perguntas sobre o envolvimento do Corpo de Bombeiros e da Policia Militar de Varginha, além da ESA. A informação referida-se à captura da segunda criatura avistada pelas meninas naquela tarde de sábado, dia 20 de janeiro. Como hauva quebra-cabeça, muitas das peças estavam colocadas no lugar, mas ainda hauva suposições sobre isto e até então não encontravamos meio de explicar a nos mesmos como tudo ocorrida. Pois esta pessoa contou-nos que num churraseo entre amigos, um ele- mento que trabalha para a Policia Militar de Varginha confidenciolou sobre a verac- dade do que os ufólogos – referindo-se principalmente a Ubirajara e a mim – estavam conseguindo apurar. A criatura realmente esteve dentro de um veiculo da PM após ter sido capturada viva na noite do mesmo dia 20. Sem demonstrar nenhuma resistência à captura, e como eles não sabiam o que fazer com ela, um dos militares de dentro do veiculo segeriu o nome de um médico, seu conhecido, alegando que ele poderia vê-la e ajudá-los com o que fazer com ela. Decerto, uma opinião médica
Document, cited by the archive. The PDF is mirrored here; the original link is above. The text was read from the page images by GLM-OCR; expect the odd misread word. 208 pages are in the text index: search them above, or from the library's search.