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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Marco Antonio Petit”12 pages
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Estávamos mais para a metade do mês de abril e já havia um tumulto em nossas vidas. Eu dormia, almoçava e jantava o incidente em Varginha. Além das costumeiras ligações telefônicas, uma senhora, de Duque de Caxtas. Estado do Rio de Janeiro, após nos ver pela televisão e por haver filmedo um OVNI, queria que fizésemos uma análise do mesmo. Era um objeto voador totalmente definido, formato discóide, todo iluminado. Mostramos ao Claudeir Covo que, estudando o video juntamente conosco, deu-o por veridico ficando bastante impressionado. Agradeci o telefonema avisando-o de que, num momento adequado e dentro do nosso roteiro de entrevistas, iríamos contactá-lo para que nos mostrasse onde estava, seu angulo de visão, apresentar - havendo possibilidade - o seu companhei c, ainda, nos dar o testemunho de ambos mas desta vez gravado. Concordou, e o nosso encontro ocorre dias depois, tendo em nossos arquivos mais estes depoimentos - por serem bastante contundentes. Mas um comboio? Com soldados armados? Num ir-e-vir a semana toda? - Assim questionava o Eduardo, inclusive sobre o que poderia ter sido se não havia parada civica, pois não era dia festiva de comemoração do aniversário da cidade talvez relevante sim, porque poderia haver ensaios para o desfile de militares, colégios e escolas. Mas também não era nenhum evento presidencial ou dessa envergatura que necessitasse de tanto ir-e-vir do comboio. Nem próximos estavamos do dia 7 de setembro. Então, por que seria? Era de se estranhar muito, tendo o próprio funcionário nos inquirido se sabiamos de mais novidades além das que estavam sendo relatadas nos nais e televisão. fora de Varginha. Deu-nos ciência deste movimento na parte da manhã e à tarde, durante praticamente uma semana inteira! Estava-nos dando esta informação, porque era comum para ele avistar, de quando em vez, um ou outro caminhão da ESA passando pela estrada com destino a Varginha numa velocidade normal permittida a caminhões e na rotina de compras de peças, mantimentos e outros particulares, já que a cidade é bem mais desenvolvida que Três Corações e muitas outras da região, por ser um pólo industrial marcante no Sul de Minas. Para nós foi muito importante esse depolimento, porque o Eduardo teve a oportunidade não so de avistar o comboio, mas o que lhes chamava mais a atenção era o ritmo razoavelmente acelerado com que os caminhões transitavam, tendo, inclusive, soldados armados com fuzis em suas carrocerias cobertas de lonas - bem típico para transporte de tropa. Também nos ligou o Eduardo Bertoldo Praxedes, funcionário da Yolat Industria e Comércio de Laticinios Lida, - Parmalat, industrira existente a cerca de quatro quilôme- tros antes da entrada de Varginha, num ponto bastante estratégico, porque possuí uma extensa visão da estrada vindo no sentido Três Corações-Varginha. Um declive longo e culminando bern defronte da industrira, onde há uma ponte sobre o rio Verde e, após a mesma, a estrada faz uma curva aberta para começar a subida em direção a Varginha. Con- tou-nos que, no mês de Janeiro, junto a outro companheiro de trabalho viram por diversas vezes incomum de caminhões da ESA num constante vaivem para dentro e O telefone não parava de tocar. Guando não era a imprensa falada ou eserita ou televisiva solicitando mais informações, eram pessoas da cidade e de lugares próximos relatando avistamentos - necessários pois, de um encontro pessoal com cada um a nos ligar. Afora isso, havia sempre as chamadas periódicas de Claudeir Covo, de São Paulo, a professora Irene Granchi, do Rio de Janeiro, o A. J. Gevaerd, editor da revista UFO, de Campo Grande, Mató Grosso do Sul e outros ufólogos. Eduardo Bertoldo Praxedes. funcionário da Parmalat (foto captura de video) No dia seguinte, como de costume, estava de novo em Varginha coordenando as informações que chegam vam. Achei por bem fazer um roteiro da semana, digamos assim, escrevendo o que haviam conseguido até então o que faltava. E estabelecer prioridades em relação a qual quantos contatos de entrevistas teriam que fazer durante aquele dia, pelo menos. Varginha, roteiro final do Ubiirajara. Era,otte, e a rodovia estava em obra de duplicação, com o tráfego de caminhões pesados passando por nós buzinando, mais os ônibus indemnificais, além dos carros de passeio com as imprudências de alguns motoristas. Afora isso, ainda havia as paralisações momentaneas em alguns trechos. Como o Ubiirajara estava muito tenso ao volante, para distrairmos retornamos a falar de músicas e a cantá-las a nosso modo para a nossa necessária descontração.
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