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Autos Findos 908, vol. 1 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 208 pages · text by GLM-OCR

This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.

  • p. 17 …Comando da EsSA na Guarnição do Rio de Janeiro,o qual foi providenciado;que após tal…
  • p. 45 …Universidade de Harward, nos Estados Unidos, acompanhado da psicóloga Gilda Moura, do Rio de Janeiro. John…
  • p. 46 …Os extraterrestros teriam aparecido em 20 de janeiro para trés garotas e um pedreiro de Varginha…
  • p. 48 …Junto com a psicóloga Gilda Moura, do Rio de Janeiro, também escritora de temas ufológicos. Mack…
  • p. 51 …Extratamestres - Rio de Janeiro - RJ Marco Antonio Rodrigues Sirau GEONI - Grupo de Estudos de Objetos Não…
  • p. 87 …Liguei para a ufóloga lrene Granchi, do Rio de Janeiro, que contatou a produção de jornalismo…
  • p. 115 …da manhã do dia vinte de janeiro, havia capturado uma primeira criatura, que estaria viva, em…
  • p. 139 …Ela, residente no Rio de Janeiro, telefonou para Luiz Petry, um dos editores do programa Fantástico…
  • p. 140 …Também para a professora Irene Granchi, residente no Rio de Janeiro, citando meu nome a esta…
  • p. 141 …Nesta oportunidade, nos ligou do Rio de Janeiro o Marco Antonio Petit, outro grande ufólogo brasileiro…
  • p. 145 …22 de fevereiro, veio com ela a viatura da Rede Globo, do Rio de Janeiro. Estavam…
  • p. 152 …o Luiz Petry pudesse retornar ao Rio de Janeiro, levando consigo a seara das nossas pesquisas…
  • p. 159 …do Galeão, no Rio de Janeiro. Achei ótimo e os fiz cliente de que seguissem para…
  • p. 168 …Além das costumeiras ligações telefônicas, uma senhora, de Duque de Caxtas. Estado do Rio de Janeiro…
  • p. 169 …oltavo andar de um edifício de onde se descritinava um Rio de Janeiro sempre maravilhoso. Com…
  • p. 170 …Petit mostrou-se interessado em promover um evento ufológico no Rio de Janeiro, desejando contar com…
  • p. 177 …do Rio de Janeiro, de São Paulo, e eu, de Belo Horizonte. Fiquei receoso de sermos…
  • p. 178 …da Globo (de Varginha), a própria Globo do Rio de Janeiro; jornais Estado de Minas, Hoje…
  • p. 179 …fomos ao Rio de Janeiro. Muito diferente, sim, não há dúvida, ouvir de um terceiro um…
  • p. 181 …de Investigação sobre a Natureza dos Extraterrestres (CISNE) Rio de Janeiro / RJ Marco Antonio Petit de…
  • p. 182 …Petry, porque este estaria retornando ao Rio de Janeiro levando bastante matéria para preparar com calma…
  • p. 186 …palestra no Rio de Janeiro, pro- movida pelo grupo CISME. Dizia-se destjosa de deslocar-se…
  • p. 197 …não dependendo de Brasília ou Rio de Janeiro. Terceiro, a ESA teria condições de trilhar algumas…

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Ubirajara fez um longo silencio. Inquirindo:

—Se levaram a criatura para o Humanitas, por que o Hospital Regional tem sido mencionado nos boatos?

Pelo que podiamos concluir e pelas informações accessórias que já havia mos recolhido, a criatura teria tido uma passagem muito rápida naquele final de semana no hospital Regional por ele possuir um pronto-socorro e atender grande parte da população, inclusive os mais carentes. Donde se conclui que seria temeroso demais mantê-la dentro do hospital, apesar de algumas functionárias terem comentado a estranha movimentação ali ocorrida. Mas, mesmo que a criatura estivesse ficado por instantes, quem, afinal, a capturara? Quem a levara para os hospitais? E em qual veículo, se os caminhões do Exército somente foram utilizados para retirar as criaturas de Varginha? Se a primeira foi capturada pelo Corpo de Bombeiros (no sábado, dia 20 de janeiro, às 10h30) e, a segunda, retirada do Hospital Humanitas (na segunda-feira, dia 22 de janeiro, à tarde)... quem, teria, afinal, capturado a segunda criatura? Sabiamos que mais cedo ou mais tarde acabariamos descobrindo. Tempo não nos faltaria para pesquisar.

Em casa, encontrei minha mãe ainda acordada na sala de televisão.

Ali estivera na leitura de um livro. Devido ao silencio da sala com o aparelho desligado, durante toda a minha conversa com os dois militares ela escutara sem propósito. Disse-me que ficara a compaio a ponto de cobrar-me atenção dobrada pelo perigo a que eu estava me expondo em levar tão profundamente a minha pesquisa. Pessoalmente ela não se envolvera em instante algum com o meu trabalho mas, acompanhara-o de perto como era natural que isso ocorresse. No entanto, a partir daqueles depoimentos ela própria passou a acreditar que, havendo o envolvimento do Exército, os rumos do incidente em Varginha poderiam ganhar outra dimensão, estando temerosa por saber de meu envolvimento.

Comentamos este fato, mas procurei tranquilizá-la na medida do possivel.

Sairia de casa somente quando necessário e em momentos específicos, obviamente me resguardando ao máximo. Meus contatos, fazia-os normalmente à noite, e mais nenhum nome mencionava por telefone.

Na manhã seguinte, antes de ir a Varginha, telefonci para o escritório do Ubirajara, solicitando a Celmeire que não o deixasse sair, porque estava levando uma informação que laria tremer as muralhas da China.

eram 3h da madrugada nem havia comboto algum à minha frente. mas uma compreensão melhor acontecia em mim na percepção de que é à noite mesmo que todos os gatos são pardos...

## E o encontrei ansioso.

— Vamos nos sentar, que precisamos conversar com calma – disse-lhe.

— Mas antes vou pegar uma caneta e explicar como está a situação. E à medida que narrava o que ouvira por parte dos militares, fui enumerando os nomes dos outros também militares envolvidos.

Conjugara estava do qualdo.

— Deus do Céu! - exclamou. — Olha a coisa finalmente se configurando!

E a gente estava em desconflançal E agora? Como descrer de tudo isso? - Se pós pensativo mas contente. — E você, gravou tudo?

Desconflançal. — E você, gravou tudo?

## Ubirajara estava boquiaberto.

## Dessa vez, não.

— E havera possibilidade de gravar?

— Certamente que sim. Pode levar tempo, porque os dois militares estão um tanto arredidos. Mas tentarei.

Senti a euforia dele ao perceber o meu empenho cada vez maior em fazer da nossa parceria uma soma de esforços na maior pesquisa ufológica já empreendida por duas pessoas que, a principio, nem se conheciam.

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