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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Anderson”1 page
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Professor J. Allen Hynce No dia seguinte, Bob telefonou-me, informando sua vinda ao Brasil. Alegrei-me por tê-lo em minha consideração pela invejável cultura ufológica. E combinei com a Cynthia que o esperasse no Aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. Achei ótimo e os fiz cliente de que seguissem para Três Corações, onde se receberia em casa de minha mãe. Immediatamente liguei para o Ubirajara. Ainda que residente no Brasil há tantos anos, Cynthia não possui o completo domino do nosso idioma, e Bob Pratt, muito menos, sempre residente nos Estados Unidos. Assim, contei-lhes por telefone e em inglês – idioma com o qual tenho estreito contato – todo o ocorrido com Varginha, mencionando os depoimentos dos que viram a criatura sendo capturada; os do avistamento de outra criatura ocorrido com as meninas Valquiria. Katia e Liliane; a presença dos militares na cidade, enim, consegui fazer de modo claro o mais completo resumo até aquele momento. Ufologos reconhecidos mundialmente e profundos conhecidos da Ufologia brasileira, por coincidência ambos queriam saber sobre os acontecimentos de Varginha. Amigos meus de longa dada, desde quando fomos juntos a Serra do Cipó, em expedição do CICOANI e que, naquele ocasião, Cynthia representava a instituição americana Mutual Ufo Network (MUFON), que é uma rede mundial de troca de informações ufológicas. Do jornalista e escritor americano Bob Pratt, formado em Washington, co-autor do livro Night Siege (Cerco Noturno), juntamente com o professor J. Allen Hynek, cientista e maior uflogo americano - falecido na década de 70, fundador do Centro J. Allen Hynek Para Estudos de Ufos, em Chicago, Illinois -, também tive noticias. Ainda em abril, logo após o encontro com os ufólogos, conversel com a americana Cynthia Newby Luce, mestre em Antropologia e Psicologia pela Universidade da Pensilvânia e residente no Brasil há 20 anos. Grande amiga em prazerosas correspondências e telefonemas. se não estamos sozinhos no un não fliquemos sós aqui na Terra. Concluimos, pois, em nossa reunião, sobre a urgente necessidade de todos os ufologos brasileiros unirem seus trabalhos, trocarem informações, somarem conhecimentos. Enfim, estarmos próximos da grande verdade, qual seja, a de que. Delicado é este assunto, mas deve ser mencionado apenas como um lembrete nosso sobre o que podemos chamar de tola ciumeira esse individualismo tão comum e por demais persistente entre os ufologos. Como crianças incomprecidas e por se julgarem dosos de determinadas hortas para os seus trabalhos de pesquisas de campo, eles sabem muito bem como embirrar ante ao acolhimento de anotações ou de materiais feitos por outrem, se não puderem - cada um, individualmente - guarda-los como se fossem somente suas prendas aquelas preciosidades. Outros, mais radicalis, preferem arquivar tesouros particulares no intuito de, ao obstacular, apenas por saísfazer-se em estar afastando as pesquisas paraleias de outros grupos, de outros ufologos, de todos os que - estando na mesma área de trabalho - procuram apenas uma pososta em meio aos milhares de pedaços às tantas e inquietantes perguntas sobre a vida lá fora. Faziamos o melhor que sabiamos, conscientes de estarmos no rumo certo da verdade. No entanto tivemos a oportunidade de perceber, em vários momentos, o quanto o individualismo dos ufólogos prejudica o próprio trabalho de pesquisa. Compreendemos, também, como a vida de cada Grupo é solitária, protegida em redomas, amalhando somente para si o que fora diamante colhido na bateia das pesquisas, assim como se tivessem vindo das águas de um rio somente deles, e de uma fonte única ajorrar do espaço sideral todos os fenômenos à acolhida de alguns poucos privilegiados. Não fosse a seriedade - devo repetir - com que faziamos a triagem dos relatos em torno dos acontecimentos (afastando o irreal, o fantasioso, afé a mentira por vezes); todas as informações que passavamos para serem veiculadas nos jornais, rádios e televisão eram pautadas dentro do absoluto cereinamento sobre o que era fato-verdadeiro e o que possuia aparência-de-verdade. Assim, o nosso trabalho de anos em pesquisa ufológica resultava em credibilidade a cada dia maior e suficiente para que outros pesquisadores soubessem do nosso envolvimento. acreditassem em nós e nos procurassem, intencionados em prosseguir conosco nas pesquisas. Fosse o contrário, certamente Ubirajara e eu estariamos ridicularizados em risadagens vexatórias, taxados de irresponsáveis sobre tão sério. De retorno à Unicamp tentou encaminhar as amostras para análise, não obtendo exito porque todos os reagentes químicos e maquinaria importados por altos custos, necessários às análises, estavam requisitados por uma equipe formada com cientistas de várias áreas trabalhando em sigilo que somente mais tarde viria no nosso conhecimento. Mais pelo fato de que suas requisições, chegando ao conhecimento da direção da Unicamp, automaticamente seriam embargadas se saberiam eles a finalidade e o porque daquela solicitação.
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