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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Anderson”1 page
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FI Nr 153 Encrivido Da direita para a esquerda: Vitória Pacaccini, Claudeir Covo e Ubirajara Lamentou não terem sido colhidas amostras no local onde a criatura foi vista pelas meninas, nem da vegetação, nem do solo, nem mesmo do próprio ar-se o cheiro era muito forte segundo a dona Luisa que lá estiver instantes depois. Finda a sua palestra e após ter sido muito cumprimentado, fui com e coletamos - mesmo alguns meses depois - amostras de solo e vegetação, na garantia que ele nos clera da possibilidade de haver vestigios microscópicos no local. Discursos sobre o Projeto Genoma - o mapeamento do DNA humano - discorrendo, também, sobre o DNA mitocondrial. Solicitado por mim, falou sobre a evolução da raça humana desde as suas remotas origens, explicando cientificamente que a espécie Homo Sapiens está bem confirmada dentro deste quadro evolutivo. Sendo assim, no meio científico não se vislumbra a interferência genética de seres extraterrenos na evolução da espécie humana.. Ainda na parte da tarde, consegui apresentar o doutor "João Pedro" à maioria dos ufólogos, cientista da Unicamp que eu havia conseguido contactar, e fora a Varginha somente para este encontro. Em palestra por ele proferida no auditório, solicitei à platéia que seu nome não fosse ventilado fora daquele recinto. Preocupava-me, assim, do nosso trabalho - ao ser disseminado -, sofrer todo tipo de deturpações não houvesse um critério de triagens absolutamente honesto para somente informar à imprensa toda e qualquer noticia, desde que esta fosse passível de comprovação. Caso contrário, um acontecimento de tal ordem, estando em meio a boatos e ao bel-prazer de cada reporter, dos misticos, dos pretensiosos ou escrevedores de fins-de-semana, pois certamente estes é que irão selecionar o lixo cultural em recortes de jornais, incluindo croniquetas, notas de rodape, e poemas (!), numa salada de arrepiante sabor comercial... simplesmente aproveitando a onda do "ET de Varginha"... Com este acontecimento - que nos levou à realidade indiscutível sobre as criaturas em Varginha -, percebi que não haviamos feito sequer uma cronologia de toda a ocorrência até aquecie momento. Necessária, inclusive - ainda que à guisa de memorização -, para que em momento algum não houvesse incoerências no andamento das investigações. Expus ao meu parceiro, e inicié as providências necessárias. A cada instante estávamos passando para os repórteres, ufólogos e até mesmo curiosos, informações corretas e sempre novas, resultantes do nosso Conseguiamos inverter a compreensão deste acontecimento perante a população – anteriforme célica e que a tudo ironizava -, mostrando a todos, através do nosso trabalho e pela inserção de dados sempre atualizados, a seriédade da investigação de que estavamos imbuidos, além da exposição de motivos lógicos referendados à opinião pública sobre algo de muito sério acontecido em Varglinha. A principio não estava compreendendo o porquê daquela lembrança, nem o que ela sugeria assim, de tao retiscente. E foi justamente isso que passou a incomodar-me durante várias horas, até que, num repente, compreendi simplicidade do meu medo inconsciente: Enquanto eu o observava, de atenção aguçada ao que ouvia, de repente meveio à lembrança uma antiga leitura histórica sobre José Bonifácio de Andrada c Silva ao avisar a Dom Pedro II de que, se ele não colocasse a coroa na cabeça, certamente outra pessoa o faria. trabalho de campo, as qualiam se somando às entrevistas, aos depoimentos, às fotografias, às filmas gravadas e filmadas, tornando-se num dos mais sérios dossiês existentes sobre captura de extraterrestres no mundo. Claudeir ficou deveras impressionado após tomar conhecimento dos fatos e dos depotimentos. Pizera-o a um canto do escritorio, a portas fechadas, inteirando-se dos depoentes e que, como nós, tambem se comprometeu em manter estas fontes sob honrado segredo. Concordei, pois afinal ninguém é proprietário de fenomenos aéreos não identificados, de discos voadores, de extraterrestres (A não ser as Forças Armadas...) que ironicamente esboçam - através do poderio bêlico - a petulância de se acharem proprietárias do mundo-da-força... e donas, exclusivas, de extraterrestres! Concluimos, no entanto, que apenas a um deles poderiamos mostrar as fitas com os depoimentos dos dois militares. Ainda assim, com reservas. Confiamos ao Claudeir Covo a oportunidade de ouvir, considerando seus 35 anos de casos investigados, e do crédito de milhares de horas em vigilia ufológica em diversos pontos do território nacional e pelo fato de que o Ubirajara já o conhecia há mais de 15 anos. e por melhor que estivessem referendadas, miniciramente optel por resguardar as minhas testemunhas no devido sigilo.
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