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This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.
“Anderson”1 page
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Mais que validaade para muitos, era um tempo também de aprender música para tocar algum instrumento. Ninguém da minha turma, que eu saiba, tornou-se um virtuose. No entanto copiava-se um ritmo no violão inspirado pela bossa nova. Alguns acompanhamamentos na guitarra tirados de certos conjuntos ou bandas. Alguns estudavam acordeon pelo método de Mário Mascarenhas. Das moças, havia quem arriscasse tocar piano. E tendo todo um contato com vários instrumentos, a cles me apeguei e mesmo hoje gosto de tocar apenas pelo prazer sempre renovado que a música proporciona-me no enlevo da emoção. Não havia mais, em Varginha, quem não soubesse do ocorrido. O comentário tornou-se assunto do dia. De tudo sabiamos um pouco. *Sinal dos tempos*. *Fim do mundo*, diziam os crédulos. *Invencionices*, *fantasia*, alardeavam alguns. *Falta do que fazer*, brincadeira de mau gosto, outros sorriam, com ironias e gracejos. Mas também havia aqueles seriamente interessados em pelo menos *compreender* o que estava de fato ocorrendo. Cantarolando algumas canções, comentando sobre as orquestras, dos movimentos da Bossa Nova e Jovem Guarda, riamos dos nossos acanhamentos e se os mais velhos que nós, não passando de olhares furtivos e uma ou outra dança, melhores conversas triviais. Foram óttimos estes pouces momentos em que podia casos, informações. É sobre os successos das décadas de 60 e 70 (agora relançados dada a pobreza musical dos dias de hoje), ficávamos a desafiar um ao outro na lembrança dessa ou daquela música para cantarmos, ainda que desafinados, enquanto olhávamos a estrada serpeando à nossa fronte. Discorriamos sobre os batiles nos clubes sociais, as orquestras como Cassino de Sevila, Waldir Calmon e outros, além dos inúmeros discos de conjuntos famosos tocando nas casas de amigos quando em festinhas nas tardes domingueiras. Bee Gees, Elton John, Rod Stewart, Eletric Light Orchestra, a bansérie de outros entre baladas, blues, rock. E muitos desses discos eram consegui-dos em Belo Horizonte através de amigos que os remetiam até pelos correios dada a dificuldade de chegarem as cidades interioranas as novidades e os lançamentos. Nas costumeiras viagens a várias cidades, vilas e lugares, num raio de 150 quilômetros ao redor de Varginha, com a gentil Angélica passando recados ou informações pelo celular, gostávamos de relembrar músicas que marcaram nossa epoca de adolescentes – sendo ele dez anos mais velho do que eu. deram a mim as secretárias Celmeiri Bonifácio e Geani Ferreira, ambas competen- tes funcionárias do escritório de advocacia, sempre voluntariosas a nos ajudar, tanto que é meu dever deixar aqui registrada a minha gratidão a elas. Após a apresentação do Fantástico e nos dias seguintes, houve um alvoroço geral, não somente em Varginha, mas também em diversas cidades do Sul de Minas. Tivemos a oportunidade de constatar um imenso número de avistamentos que já estavam ocorrendo dias anteriores ao aparecimento das criaturas. Talvez porque as pessoas não tinham a quem contar sem que fossem ridicularizadas e, ao depararem o noticiário e compreenderem a seriedade com que é levado o trabalho dos ufólogos, comeu a surgir uma enorme quantidade de depoimentos a nos deixar - Ubirajara e eu - perplexos devido a tamanha solicitação de nós dois. Eram pessoas de diversos níveis sociais encorajadas a nos chamar Saiamos do nosso quartel general. que passou a ser o escritorio do Ubirajara, a cada hora, às vezes seguindo rumos até diferentes para atender a chamada. Havia momentos, no entanto, em que Ubirajara, sendo um advogado na área trabalhista, muito conceituado na cidade, não podia sobremaneira deixar de tamem atender seus clientes em audiências na Justiça do Trabalho, como a estudarprocessos ou fazer petições. Assim, tive de assumir sozinho controle das entrevistas e pesquisas, preparando relatórios, mapas com os roteiros de visitação às pessoas que nos ligavam, e estabalecer contatos com os ufologos de toda parte sempre nos ligando para pedir informações. Multissimo importante foi o apoio que Especctadores na poltrona, assisti ao programa junto com o Ubirajara, em Varginha. Da tensão em que nos encontrávamos passamos ao jubilo. Luiz Petry conquistou-nos a todos por ter tido um grande comportamento profissional, estan-do na nossa mais irrestrita conflança. Díria mesmo que ficamos devendo muito a ele, porque teve a coragem necessária para abordar um assunto que tem sido quase sempre conduzido pela imprensa — de um modo geral —, de maneira das mais imprecisas e inadequadas, contendo inserções de invençionices, credos do sobre-natural, esoterismos, mentiras, exageros, misticas, folclores... o que, com o trabalho dele, nada disso ocorreu, reportando-se aos fatos e atendo-se à honestidade das testemunhas, e ao esforço do nosso trabalho em busca do mais sério documental na história da Ufologia brasileira e... porque não dizer, mundial!? E, na explicação felta pelo Luiz Petry, um ponto de IBOPE representa 8,00 mil pessoas! Assim, considerando que 36 pontos equivalem a 28.800.000 de pessoas conectadas na tela da Rede Globo, e, computando mais 6 pontos arrebatados com o programa da Casa Varginha, somam-se 2.400.000, perfazendo um total de 32.000.000 milhões de pessoas, ou mais. E como se toda a população de vários países pequenos - agrupados - estivessem assistindo em cadeia nacional.
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