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Autos Findos 908, vol. 1 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 208 pages · text by OCR

This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.

  • p. 39 …ouviu um barulho estranho, que parecia, segundo ele, uma mistura de tilintar de cristais com ronco…
  • p. 41 …m novo encontro no Sul do Minas, ufólogos de todo o País tomaram conhecimento do nome…
  • p. 48 …no caso mais polímico até hoje no País. Junto com a psicóloga Gilda Moura, do Rio…
  • p. 49 …O general não quis rsponder as·perguntas, afirmando que era tudo o que ele tinha a…
  • p. 51 …Eles dormiam na casa da fazenda de 150 alqueires que fica à beira da estrada que…
  • p. 55 …A cidade mineira de 120 mil habitantes entrou no mapa ufológico do País. "Não fosse a…
  • p. 56 ros, mas terrestres, e não com os extraterrestres que, espero, estejam em paz", disse ele ao…
  • p. 95 …A partir desse momento, passamos a conectar os fatos e chegamos à conclusão de que eles…
  • p. 105 …Depois de ouvirem as meninas, eles disseram que eram a "mina de ouro" delas. Em uma…
  • p. 112 …Não por acaso, ele foi visto encostado no muro de um terreno baldio, numa situação que…
  • p. 115 …Porém, segundo ele, o Corpo de Bombeiros da cidade, às 10:30h. da manhã do dia…
  • p. 124 …Muito ja se escreveu e publicou emjornais e revistas sobre ele. Mas, foram noticias esparsas, na…
  • p. 128 …Da mesma forma, procuramos excluir quaisquer principios religiosos, se eles têm moldado padrões que em nada…
  • p. 130 Meu interesse pela Ufologia vem do tempo de criança, em Três Corações, influenciado por meus pais…
  • p. 131 …Após assistir a eles em quase estado de extase, mesmo naquela pobreza de som e imagem…
  • p. 133 FI Nr 128 Fechado Com o professor Holvio – sendo ele um psicologo extremamente habilido so-, comceei…
  • p. 155 …A nós eles disscram da aparência de um ónibus, porém com as beiras arredondadas e que…
  • p. 156 …Tudo isso, entenda se, porque o pai do parente era também militar e havia informado a…
  • p. 176 …Conversou com ela em nossa Na sexta-feira saimos os três, ele, Ubirajara e eu, na…
  • p. 179 …Encontramos com o militar e seguimos com ele para a casa vazia onde morava o pai…
  • p. 180 …Embora eu procurasse explicar a eles que a entrevista seria no auditório, ainda assim houve alguns…
  • p. 190 …De modo algum ele deveria ter-se portado daquele modo. E se em alguma pessoa da…
  • p. 192 …ele havia me passado outras informações, após outros telefonemas encontrei dois amigos, sendo um deles pai…
  • p. 193 …Dissemos a ele que queriamos visitar o quartel e o mesmo disse na não era possivel…
  • p. 194 …Ele frisou que este alenão é um grande cientista e muito considerado na Unicamp, e que…
  • p. 201 …Alem bride, outros cientistas também, pois o país, por mais rico que seja devido aos seus…
  • p. 204 …pai e a minha semi-automática 9mm, Browning. Estava preocupado com o parceiro por ele não…
  • p. 206 …Mas não serà porque ele prôprio já estava impressionado? "Francisco", o pai do rapaz falecido, é…
objeto apropriado para esse tipo de missão, fazendo um levantamento do solo ou de locais para desovar algum tipo de criatura ou mesmo para executar qualquer tarefa específica. E no meio rural, a possibilidade de alguém avistá-la seria muito remota, com uma camuflagem perfeita nas madrugadas embrumadas.

Uma outra interrogação que vinha sempre à minha mente, a ponto de ser questionada com o meu parceiro nos dias que antecederam o segundo Funlástico foi sobre a possibilidade - para mim óbvia - de alguém, em algum momento, e em algum lugar, haver filmado ou fotografado pelo menos uma das crioturas. Nada e

— Uma cúpula?

 e Maç pão?

## Não saberiamos dizer o certo, mas estava fácil refletir sobre o obvio.

## Apesar dessa indagação, estavamos plenamente concientes de que a nossa lógica poderia não se aplicar ao fenômeno.

## O que parceia ser um submarino, não poderia ser alguma parte danificada do objeto, desprendendo-se de um todo que não fora visto?

A outra possibilidade também não podiam descartar: a de que a nave estivesse com defeito. Guem sabe se, voando na lentidão como fora avistada, procurasse um local para o pouso, certos os seus tripulantes de que o aparelho não flutuaria por muito tempo? E a fumaça, não seria parte do defeito?

Mas, se traçarmos num mapa uma linha reta a partir do ponto da fazenda onde moram Eurico e Oralina, veremos que numa distância de dois a dois e meio quilômetros esta mesma linha val encontrar-se com uma floresta e, mais a uns dois quilômetros à frente, a mata que separa o bairro Jardim Andere do Bairro Santana.

No entanto, essa segunda possibilidade, até aquela momento não a con-

siderávamos relevante. Dai, não darmos caso a princípio. Nosso raciocinio pendia

mais para a primeira hipótese: a de a nave estar fazendo coletas de espécimes

vegetais, animais, minerais, enfim, algum elemento do solo. Talvez até insetos,

minhocas ou coisa que o valha. As possibilidades eram amplas. Ou, ainda, a das

criatura (a capturada pelos bombeiros e a que fora avistada pelas meninas) fossem

ali deixadas com o propósito de desenvolvem algum tipo de missão que não deu

certo, e que clas possam ter sido infectadas por alguma bactéria ou protozoário ou

mesmo algum tipo de virus da nossa atmosfera, não existente de onde vieram e,

por causa disso, terem adoecido - porque em momento algum, tanto a criatura

capturada como a que estivera em posição agachada e testemunhada pelas meninas,

mostraram qualquer reação de defesa ou agressão.

Estavamos com a primeira hipôtese, mas era necessário nos orientar no sentido de melhor trabalharmos na condução do que investigavamos. E, a princípio, nada fazia o menor sentido para nos. Por que seres de outros planetas viriam aqui para se deixarem capturar tão facilmente?

cima do aparelho.

— De meja hora pra mais. Ficamos de oinar gruda

gente nunca tinha visto uma coisa assim, das mais esquisas.

E vocês adriatam em disco voador?

— Ola capata!

— É. Mas não deu pra eu ver bem o cocuruto dele.

Oralina, ao perceber que o marido estava debruçado na janela da sala.

ambém foi ver. E confirmou comigo:

— E depois?

— Depois ele sumiu por detrás daquele morro — e apontou-o. — Somente no claro do dia e que Oralina e eu famos juntar o gado, não dando falta de nenhum deles.

— Era um charuto voando em cima do pasto;

Provavelmente não identificou o cocuruto, a cúpula, a parte convexa em

deles.

Ubirajara, Luiz Petry e eu ficamos boquilbertos porque essa nave, muito

próxima do chão, avistada por mais de trinta minutos e numa enorme lentidão,

era acontecimento rarissimo de se ver. O assunto entrou no programa.

Considerando o Sul de Minas uma região muito fria, é comum a neblina.

Se a nave soltava fumaça, também poderia estar se camuflando em nuvens de vapor. Das duas possibilidades, uma: ou ela gerava a própria fumaça no sentido de despistamento, ou estava com defeito. Não emitindo ruido, não expelindo cheiro, não possuindo luzes acesas e voando muito baixo sobre o pasto, talvez fosse um

cima do aparinho.

— O submarino voava a mais ou menos uns quatro metros do pasto, e numa lentidão de fazer gosto. Parceia até quase parado. Não fazia barulho e não tinha luz brilhando em lugar nenhum. Ia somente soltando fumaça nele todo. E foi indo, foi indo. Levou tempo até sumir lâ em cima, por detrás do morro.

da sustentamento de vocês?

o objeto e os conformos porque a noite estava clara.

— Era de cor cinza – confirmou Oralina. — E na rabeira tinha a fumaça,

com uma coisa se mexendo igual fosse um pano esfarrapado assim, soltando pelinho

e balançando no vento – tentava explicar à sua maneira.

Entendemos ter sido alguma peça ou elemento da nave com aquela função

ou, do contrário, sofrendo avaria. Inclusive. Eurico nos citou outro exemplo:

ou, do contrário, sofrendo avaria. Inclusive. Eurico nos citou outro exemplo:

ou, do contrário, sofrendo avaria. Inclusive. Eurico nos citou outro exemplo:

Bateias — Bateias — Bateias

— Já ouvimos falar, mas a gente não crei nessas coisas, não.

Impressionado com o que avistava quis sair de casa, ir para fora, a ver

mais de perto. Oralina não deixou, por medo. Ficaram apenas observando. Avistaram

o objeto e os contornos porque a noite estava clara.

Girafa — Girafa — Girafa — Girafa

girafa, contornos, contornos Oralina — F na rabeira tinha a fumaça,

ou, do contrário, sofrendo avaria. Inclusive, Entrico nos caucasus e sal

— Sabc, quando voce pega um pedaço de pau e poe fogo nele e sal

correndo pra ver as falsquinhas voando? Era isso, mas o fogo não era de cor. E

tinha fumaça nele!

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