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Autos Findos 908, vol. 1 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 208 pages · text by GLM-OCR

This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.

  • p. 160 …Mulder / David Duchovny e Dana Scully / Gillian Anderson) -... mas, na vida real, o mesmo ocorrendo com…

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Criatura avistada por Tomirho, já catalogada na Ufologia brasheira

Pensi na curiosidade de estarmos diante de depoimento sobre uma eriataura muito conhecida pelos ufologos

— Fiquei de cabelo arrepiado, tal o susto que cu leveil - disse para o *Fontástico*. E completou a entrevista falando de ter montado e bicicleta e saído a pedalar, olhando ainda para trás e avistando a *criatura* de olhar fixo nele, mas caminhando em direção à mata de cucalíptos.

que se tratava de outra criatura inclusive já catalogada na tipologia de seres extraterrestres no Brasil.

Embora eu tenha certa noção sobre fazenda e procedimentos do gado de corte, ou mesmo se não o tivesse, não deixa de ser por demais estranho fazê-lo sair da costu-meira ruminança a confusa galopada num sem rumo a ponto, inclusive, de arrebentar cercas de arame farpado. Houve, portanto, uma razão ou algo aterrorizante para os animais assim se portarem. O capataz desta fazenda [aquele que não sabia de o Torinho ser fumante], nos levou para ver a cerca ao lado de uma estrada de terra, onde o gado normalmente, com sua mansião, está habituado a passagens de carros, transeuntes a pê ou de bicicletas. Ou seja, aquele gado está acostumado com a presença do homem em sua rotina de pastagem. Nem mesmo os cachorros dali seriam capazes de afugenta-los, pois sabem dos animais serem grandes para eles. Mas quando o Torinho se referi à criatura, o local onde ele a vira fora exatamente na frente do pasto, so que do lado direito. E "aquela coisa" ficara a uns vinte e cinco metros de distância, próximo dos cucaliptos, olhando fixamente para ele, parado na estrada junto à bicicleta. A cabeça enorme, num formato oval, com dois olhos grandes, arregalados.

Tal criatura já foi vista tanto no Brasil como na Europa. Conta o Toninho ser ela do tamanho de um homem de estatura mediara, além do corpo todo de pêlo escuro. Avistou-a a vinte e cinco metros de distância. Estava proxima de um vale de cauciptos, ao seu lugar direito na direção que ia para a AABB. Do lado esquerdo havia uma cera delimitando um pasto e que, na noite anterior do avistaamento, houvera um estouro da boiada, a ponto de o gado arrebentar alguns mourões da cerca, espalhando-se em correria desenfreada.

E viajamos para Alfênas a procura do Antônio Cândido de Morais (Toniinho), que avistara uma criatura numa fazenda. Fizemos algumas tornadas que foram, inclusive, aproveitadas no programa levado ao ar no domingo, dia 25, porque o Petry desejava adiantar seu trabalho de filmagens. Chegamos à casa do Tôninho e não o localizamos, porque estava trabalhando como jardineiro na Assosiação Atlética Banco do Brasil - AABB - de Alfênas, distante oito quilômetros da área urbana, às margens de pequena estrada de terra.

Colhidos os depoimentos de algumas pessoas, houve certa polémica na ocasião, porque uma delas, dizendo conhecer o Torinho – um senhor que aparce no segundo Fartástico, - e pretendendo mostrar-se intimo, se prendeu em informes (olos sobre ele. Um pormenor irrelevante ao mencionar ser "um rapaz muito bom, conheço ele há muitos anos. E um rapaz que não bebe, não fuma. E, por bem dizer, um rapaz佩feito". Acontece que o Torinho, ao dar a entrevista para nos, estava fumando. Ficou, desta forma, essa contradição que apareceu no Fartástico. Irrelevante, mas, assim mesmo, seria de bom grado explicarmos. No entanto, o que desejavamos mesmo era o depoimento dessa testemunha afirmando o que vira: "uma coisa simplesmente incrivel". E nos contou que, de manhã cedo, montou na bicicletta e foi para a AAB33 pela estrada de terra com pastos nas laterais das ceros, cucalliplios, arvores e gados. Ainda na metade do percurso encontrou-se com uma estranhissima criatura. Parou de pedalar; freou e passou a contemplar o que pensava ser um macaco; depois um tamanduá. E, pela descrição pormenorizada percebemos

cariam todo o documental? Os nossos depoentes é que levariam a pior. E o Petry

não é o dono da Rede Globo.

Na soxta-feira, dia 23, pela manhã, começaram as tomadas de cenas. Dos depoimentos, deixamos Petry ouvir as gravações, entendendo serem muito importantes na história da Ufologia brasilira e, em serido parte da história, não nos cabia o privilégio de somente a nós nos pertencer. No entanto requeria cuidados especias na sua revelação. E o Petry foi extremamente correto, ouvindo as gravações completenemente surpreso, mas coordando dos trechos revelaria quem era a parte informante, se divulgado na integra. Decidiu-se, então, usar trechos de pequenas falas, algumas operadas por voz eletrônicamente distorcidas.

Ubirajara concordou com o exposto. E começamos a pensar sobre o que poderia ser divulgado nas transcrições das fitas - sem que fossem identificadas as testemunhas -, e o que não poderia ser divulgado sob qualquer pretexto. Além disso, fizesmos o roteiro previo das cenas e entrevistas que deveriam ser filmadas. Aquela noite foi longa, preocupante. Para mim, dormir não foi um verbo fácil de pronunciar madrugada adentro em Três Corações.

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