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Autos Findos 908, vol. 1 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 208 pages · text by GLM-OCR

This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.

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FI Nr 128

Fechado

Com o professor Holvio – sendo ele um psicologo extremamente habilido so-, comceei a aprender técnicas de entrevistas ou em como conduzir testemunhas para as revelações das ocorrências, extraindo delas apenas a verdade e eliminando qualquer outra inserção do que fosse mistico, religiosidade, folclore ou mentira pura e simples. Do proprio professor Hulvio temo o melhor resumo deste trabalho.

"Abordar observadores de Objetos Aéreos não-Identificados, OANI, coletar os dados de suas experiências, interpretá-las em busca de uma objetividade são tarefas que requerem aplicação de técnicas psicológicas, as quais, por sua vez, implicam o uso de técnicas estatisticas, principalmente as de amostragem e correlação. Serdo o problema OANI de amplitude planetária, seus dados poderão ser significativos na medida em que, originários de diferentes áreas geográficas e culturais, revelarem uma inter-relação consistente."

Iniciei a minha participação nas reuniões do grupo em 1980 e tornei-me membro efelivo, corhecendo os mais extraordinários casos que o grupo havia pesquisado antes da minha chegada. Acompanhando as expedições tanto de noite quanto de dia, adentrando-me em lugares de dificil acesso, viajando por estradas de terra, embrenhando-me por matas cerradas, escalando montanhas, atravessando rios - arriscando a vida a fazer vigília ou à cata de testemunhas que diziam ter avistado algum fenômeno acreço não identificado.

Da nossa convivência e conversas nos intervalos das aulas, a cada dia crescia o meu entusiasmo de aprendizado. Num parentesis, e por justiça a ele, menciono um fato desagradável e de terrível ofensa a sua pessoa, quando certas

Com ele comceci a dar os meus primeiros passos na pesquisa ufológica, sendo apresentado ao Centro de Investigação Civil de Objetos Acreos Não Identificados - CICOANI; primeira associação do genero criada na América Latina, fundada em 1954, nove anos após a Segunda Guerra Mundial. Portanto, um grupo antigo, fazendo pesquisas muito antes da aviação ter quebrado a barreira do som; da existência do primeiro satélite artificial russo, o Sputinik; do raio laser e do hojê tão popular computador pessoal, sugerido na década de 40 apenas como um produto de fieção científica.

E logo a ESA

derada excelente escola

gentalhas na Universioade – movidas por interesses subordinados à mesquiharia de suas mentes, armaram verdadeira armadilha contra o mestre, alegando a negligência de seu programa de ensino em favor dos pregões sobre pesquisas ufológicas em sala de aula. Bandalheira das grossas de quem aspirava ascender a lugares melhoras na própria Universidade, porque meu mestre jamais se dera ao capricho de mencionar – ao menos mencionar – suas pesquisas extracurriculares. Ao contrário, éram nos – seus alunos – que pediamos que nos contasse de seu trabalho e revelasse fatos, o minimo que fosse. Mas a grandeza do mestre superava seus intimos desejos de se estender horas a flo sobre um assunto de sua predileção. Enquanto professor de Psicologia Aplicada à Administração, o foi em todos os horários na sala de aula. Ainda assim, afastaram-no, com uma acusação sem suporte legal nem argumento favorável. Atitude que denota, na pobreza de espírito, o saciar da fome dos invelios.

Pouco tempo depois convidou-me a conhecer o acervo ufológico do grupo CJCOAMI que fica guardado em sua residência. Fiquei impressionado com a seriédade do trabalho do grupo. Não imaginava o quanto a pesquisa ufológica fosse tãorica, com dois arquivos em 15 metros quadrados de área de estudos. 2.550 eslaides. 70 mil recortes de jornais e revistas, 400 fitas com entrevistas e mais de 150 livros sobre Ufologia editados em diversos países, além das fichas catalogadas de relatóriosfeitos quando no retorno das mais de 3000 expedições de campo para pesquisasonde houvera avistamentos de fenômenos acreços não identificados.

De retorno ao Brasil, e cursando, em 1980, a Pontificia Universidade Católica, onde me fornei em Administração de Empresas e Ciências Contâbeis, com pós-graduação em Comércio Exterior, fui aluno do professor Hulvio Brant Aleixo, emerito professor de Psicologia Aplicada à Administração. Sempre um mestre atençioso, dele são agradáveis as minhas lembranças em sala de aula. Um dia, ao sabé-lo ufólogo, contei-lhe de meu interesse e fiz menção do livro de Desmond Leslie e George Adamskd.

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A noite, em m Globo de Televisão, abo apenas colhendo depoin Fátima da Silva, 16; e V Mais o depoimento do Uh do envolvimento do Corp como Escola de Sargent

## Tal convivência com estes homens foi urn valioso estimulo para aguçar minha curiosidade e meus conhecimentos sobre ciência e tecnologia.

Major interesse houve da minha parte em conhecer um pouco mais da capacidade humana em criar alicerces para o amanha, sendo meu pai uma pessoa com estreita relação de convivo com outros cientistas, inclusive membros da Nasa, que estiveram envolvidos em programas espaciais desenvolvendo satélites. Com alguns deles tive a oportunidade de conversar e ouvir historias sobre o desenvolvimento espacial, se havia até quem estivera com Von Braun, o alemão que desenvolvue u bomba V 2 para Hitler e que, ao termino da Segunda Guerra Mundial fora para os Estados Unidos, sendo mais tarde o principal responsável pelo projeto Angola.

N a manhã o jornalheiro meus jornais três meninas que avistar restre. Além da fotografia Rodríguez, daquela cidad

Ao sair de Três Corações, fui para Stillwater, no Estado de Minnesota, no Norte dos Estados Unidos. De la, mudei-me para Burlington, no Estado de Vermont - fronteira com a provincia de Quebec, no Canadá. E, tempo depois, vivia parte francesa do Canadá. Montreal, provincia de Quebec, em convivio com a familia Rippon, cujo chefe eu carinhosamente chamava de pai, um engenheiro que fazia parte da equipe Barrel! Team trabalhando em uma divisão da General Eletric, onde desenvolviam várias tecnologias de ponta. Na epoca estava sendo preparado o avião caça F-16 com a metralhadora de seis canos rotativos Vulcan, que dispara 100 tiros por segundo.

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