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Autos Findos 908, vol. 1 (PDF)

Superior Tribunal Militar · 208 pages · text by GLM-OCR

This is volume 1 of Autos Findos 908/1997, a military police inquiry (IPM No. 18/97) opened on 29 January 1997 by the commander of the Brazilian Army's Escola de Sargentos das Armas in Três Corações. The inquiry targeted the book "Incidente em Varginha" by Vitório Pacaccini and Maxs Portes, which an officer said spread false claims harmful to the Armed Forces. The volume includes a May 1996 sindicância in which soldiers testified that nothing unusual happened when EsSA trucks traveled to Varginha for routine maintenance, along with pages copied from the book.

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Tripulantes da USS Enterprise

Imaginar, no entanto, que o homem está sozinho no Universo e que somente ele é um espécime vivente mais avançado somente por estabelecer linguagem, comunicação verbal e desenvolvler tecnologia – inclusive a espacial com destino a destino planetas – não é inteligente aceitável a concepção de que somos a semelhança de Deus. E nem este é o caminho mais acertado para melhor entendimento do Cosmo. Por que a insistência de muitos em querer estender uma discussão que não levará a lugar nehum, apenas em se tratando de argumentos que a raça humana é superior à raça animal, por sermos mais desenvolvidos em relação a eles? Ora, é provado nos dias de hoje – através do Projeto Genoma, que está mapeando o DNA humano e de outras espécies, que as cadeias de genes compondo o nosso DNA também se encontram nos de plantas e de peixes – ou seja, praticamente em todos os seres vivos, incluindo os microscópicos como bactérias e protozoários.

Ou ficação foram os inúmeros relatos biblicos,

sendo o de melhores minúcias o de Ezequiel, 1-4: Evi, e eis

Afinal, se sabemos da existência de bilhões de estrelas somente na nossa galáxia e de outras tantas ao redor da nossa, astrônomos famosos como Carl Scagan e muitos outros ja demostraram, por várias pesquisas, da possibilidade de outros planetas, mesmo dentro da nossa galáxia poderem sustentar vida conforme nós a concebe-

Flash Gordon e Dale Arden

Hoje acredito que, de todos os membros da mi-

rha familia, fui eu quem prosseguiu com maior interesse

por fenômeos espaciais, acreditando cegamente na exist-

ência de um só princípio criador, tanto em relação a nós,

terraqueos, quanto aos de outras partes do Universo.

Ficção de um cinema inexistente? Literatura de ficção científica em tâbuas de ceras e pergaminhos, ou simplesmente lendas tribais passadas de pai para filho num tempo em que a escrita era privilégio de uma casta de nobres? E, assim mesmo, como descrever sobre uma tecnologia avançada para os padrões culturais de um povo convencido de ser a Terra o centro do Universo?

Imaginarmos um estranho objeto voador vindo do espaço a uma incrivel velocidade e dele desprender-se outro menor, com quatro pés sustentando um corpo de formas imprecisas; e ao pousar em chão firme dele sairem dois seres assemelhados a humanos, com cabeças de um único olho igual ao de um inseto e a refletir um ponto azul que ficara distante no escuro espaço: quem diria real a imagem destes dois seres, aos pulos de euforia e chamados Neil Armstrong e Edwin Aldrin, comemorando - em 20 de junho de 1969 - o primeiro pouso do homem na Lua? Também não seria ficação?

Não seria, pois, muito estranho perceber que, se houve tamanho avanço da inteligência humana em tão pouco espaço de tempo, também em proporções relativas pudesse haver - em outra dimensão no tempo-espaço de mundos paralelos ou intergaláticos - tal similitude, respeitados os conceitos da evolução de uma raça?

que vinha da bandia da aquilão um torvelinho de vento, e uma grande ruem, e um globo de fogo, e ao redor dela um esplendor; e no meio dela, isto é, no meio do fogo, via-se uma espécie de metal brilhante; no vários versiculos?

Do nosso aparelho de televisão Colorado RG, em preto e branco, com antenna externa e todos os Fantasmas possíveis e imagináveis, além de um som pleno de chilados e ruidos, o que havia de melor para nós eram as noites festivas quando passavam os seriados Túrel do Tempo, Vagem ao Fundo do Mar, Jornada nas Estrelas, Perdidos no Espaço e Os Invasores, além de qualquer outro filme de ficção científica. Após assistir a eles em quase estado de extase, mesmo naquela pobreza de som e imagem, ficavamos em costumeiros comentários futuristas, sem ao menos perceber a proximidade do próprio futuro acontecendo em nossas vidas através do avanço científico e tecnológico, a culminar com o que nos parceia impossivel: se do raio de luz emfido pela arma de Flash Gordon surgisse o raio laser de agora; da parafernália de luzes piscando no comando das mais diversas naves alienigenas – figurativas do cinema-, ao computador de hoje. E contar das figuras irreais de seres com estranhas vestimentas, a um projeto Apolo, não foi surpreendente?

era muito confusa para mim, mas, por outro lado, dava me um enorme e sempre renovado prazer em folhea-lo repetidas

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